FC Porto defrontou o Real Betis (3-2) na 2.ª jornada da Liga dos Campeões
O FC Porto visitou o Real Betis na segunda jornada da fase de liga da Liga dos Campeões e sofreu um desaire pela margem mínima em Sevilha (3-2). De volta ao Estádio de La Cartuja, onde conquistaram a Taça UEFA em 2003, os portistas estiveram a vencer até à entrada para o derradeiro quarto de hora, mas os andaluzes deram a volta ao resultado graças a uma grande penalidade assinalada aos 84 minutos.
Francesco Farioli apostou em Pablo Rosario, Martim Fernandes, Gabri Veiga e Borja Sainz nas posições ocupadas por Jan Bednarek (castigado), Alberto Costa, Inbeom Hwang e William Gomes (lesionado) na Madeira, mas foi Diogo Costa o primeiro a dizer “presente” com um par de intervenções seguras que travaram o ímpeto inicial dos espanhóis.
Os Dragões responderam aos nove minutos e estiveram muito perto de abrir a contagem na primeira aproximação à baliza da casa: depois de interceptar um pontapé longo de Álvaro Valles, André Silva rematou em arco por cima do guarda-redes, mas o chapéu saiu curto e o avançado portista ainda teve tempo e espaço para cabecear à barra.
Na reta final de um primeiro tempo de parada e resposta, durante o qual Diogo Costa se encarregou de manter a folha limpa, Martim Fernandes ainda introduziu a bola dentro da baliza espanhola, mas o árbitro viria a anular o golo do FC Porto devido a um desvio na mão de Borja Sainz no momento da assistência.
O Real Betis adiantou-se logo após o regresso das cabines, através de Abde Ezzalzouli (1-0), e esteve perto de marcar novamente por Antony, que acertou no ferro. Cinco minutos volvidos, aos 54, Gabri Veiga repôs a igualdade na cobrança de um livre direto (1-1) e Francesco Farioli promoveu uma tripla alteração, lançando Alberto Costa, Oskar Pietuszewski e Samu para os lugares de Martim Fernandes, Borja Sainz e André Silva.
Acabado de entrar, Samu combinou com Pepê e marcou o primeiro golo na Liga dos Campeões ao cabo de apenas dois minutos em campo na estreia (1-2). Alan Varela também ficou perto de faturar na sequência de um livre lateral cobrado por Gabri Veiga, que acabou substituído por Inbeom Hwang antes de o conjunto da casa fazer o 2-2.
A seis minutos dos 90, Clément
Turpin assinalou grande penalidade por falta de Francisco Moura dentro da área
e Isco fixou o resultado final na cobrança do castigo máximo (2-3). Santiago
Gimenez rendeu Pepê nos derradeiros instantes da partida e ainda ficou muito
perto de fazer o empate em cima do apito final do árbitro francês.
Título, Imagem e Texto: FC Porto, 14-10-2026, 21h58

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