sexta-feira, 31 de maio de 2013

31 de maio de 2013, 21h15


Os campos e os pijamas listrados


José Manuel
Pois é… mais uma semana se passou. Hoje, 31-05-2013, termina mais um mês e os personagens principais deste caos verde-amarelo devem, graças ao feriadão, estar passeando em algum resort famoso, gozando os seus salários milionários, à custa de uma parcela da sociedade que lhes paga para que resolvam os problemas que afligem essa mesma sociedade sofrida, indignada.
Lembrar daqueles que estão sofrendo? Nem um pouco, pois o importante é viver o momento, aproveitar ao máximo os prazeres que a Nação proporciona e, agora que chegaram lá, querem que a dita sociedade para quem são pagos para trabalhar, se extinga em doses homeopáticas, se possível, despercebidas.
São nada mais nada menos do que 323 dias, 7.752 horas e 465.120 minutos, após uma sentença favorável e continuamente gerando tempos de incertezas, dor, angústia, ansiedade, vendo o apocalipse de nossas vidas se aproximar inexoravelmente.
Em nossa idade, um minuto pode significar a diferença entre a morte e o continuar vivendo. Não se apercebem disto. Não lhes interessa.
Para esse tipo de gente, números terríveis como esses são apenas estatísticas e nada mais do que isso!
Os altos salários que recebem e a soberba dos postos que ocupam na política ou no funcionalismo, lhes extirparam a sensibilidade, que até talvez nunca tenham tido. Estão acima do bem e do mal.
Pode ser. O dia do juízo final o dirá.
Os assistidos do Aerus e aqueles que tiveram as suas esperanças surripiadas e nada receberam até hoje, vivem momentos dramáticos e situação análoga ao holocausto Judeu (1938/1945).
Análoga porque a extensão do tempo de duração é a mesma, 7 anos, (2006/2013), as perdas são as mesmas, a dignidade roubada é a mesma, a violência aos direitos humanos é a mesma, a indigência é a mesma e felizmente a única discrepância está no número de mortes e na falta dos pijamas.
A hipócrita diferença é que não nos colocaram em campos de concentração. Não foi necessário, foram espertos!
Estão fazendo com que vivenciemos os nossos campos de concentração particulares, sem responsabilidades terceiras. Isentos.
O fantasma cruel de Dachau, Treblinka, Auschwitz está cada dia que passa mais presente em nossas vidas, na forma das doenças que não podemos curar, na alimentação que não podemos usufruir, nas noites que não podemos dormir, na vida que não podemos desfrutar, nos entes queridos que se foram e na morte que nos ronda assustadoramente.
Nossos campos não têm câmaras de gás, até porque o descaso, a indiferença, as manobras sub-reptícias ao longo destes 7 anos, a injustiça flagrante, a irresponsabilidade cometida contra nós, se torna simbolicamente pior.
Pelo menos nas câmaras a morte é rápida e só se sofre uma vez.
Em nossos campos as nossas mortes são precedidas por um silêncio exasperante, um sofrimento homeopático, mórbido, desumano, horroroso!
Título e Texto: José Manuel, ex-tripulante Varig, 67 anos e 50 de trabalho

Entre a cruz e a caldeirinha


Francisco Vianna
O estado sírio é apenas aparentemente laico, porque é formado por uma minoria religiosa alawita (ou alauíta) em contraposição a uma maioria sunita.
O fato da dinastia Al Assad "proteger" as outras minorias religiosas faz com que essas minorias sejam vistas pela maioria sunita como inimigas ou amigas de Damasco. Por isso a maioria dos cristãos (maronitas) já se mandou de lá e se estabeleceu no norte do Líbano onde, agora estão vivendo uma "paz tensa" entre a cruz e a caldeirinha, ou seja, entre a ameaça sunita do norte e a ameaça fundamentalista do Hezbollah do sul do Líbano.
O fato é que, mesmo posando de estado laico, a dinastia Assad se tornou aliada do Irã em seus propósitos antissemitas e antissionistas servindo de passagem facilitada pelo seu território de armas para a luta jihadista do Hezbollah contra o povo israelense.
Israel, por sua vez, prefere - e tem dito isso diversas vezes - a ditadura alauíta de Assad do que um regime imposto pela fundamentalista Irmandade Islâmica onde o Hezbollah teria um papel preponderante. 
Netaniahu tem dito também que, todavia, é muito mais fácil declarar uma guerra regular contra um país qualquer (no caso uma Síria fundamentalista islâmica) do que ficar combatendo assimetricamente grupos terroristas como faz com o próprio Hezbollah e o Hamas. 
É importante saber o que de fato há por trás dessa pretensa laiciedade do estado sírio. Não fosse o sectarismo disfarçado mas intenso dos alawitas no poder, al Assad já teria trazido para a mesa de negociação há muito tempo as principais lideranças sunitas para compor com elas um governo de algum consenso básico capaz de evitar a destruição em curso do país. 
A quem não interessa isso? Basicamente aos persas (iranianos). A Rússia entra como oportunista nesta estória e pode criar um barril de pólvora sírio com sinistros desdobramentos globais para o futuro deste pequeno planeta azul...
Um abraço,
Título e Texto: Francisco Vianna, 31-05-2013

Relacionado:
A Rússia envia armas à Síria e tenta ratificar seu papel na região

Nossa! Adorei!

Aproveitei a promoção do Pingo Doce: Adorei! A promoção e a cerveja!

Até segunda-feira, dia 3 de junho

Jantando...


Limpando bem o pratinho...
Água fresquinha...
Anteriores: 
Esperando o "pediatro"...

Mais uma frustração cubana

Francisco Vianna
Enquanto a Venezuela vai se transformando socialmente numa Cuba e mergulhando no caudaloso e mal cheiroso mar de miséria e pobreza que tipifica os regimes ditos “socialistas”, a ilha-cárcere dos Castros procura desesperadamente se transformar numa Venezuela sob o ponto de vista petroleiro, sem sucesso, contudo.

A plataforma norueguesa Scarabeo 9, montada na China e alugada pelos russos, instalada ao largo de Havana em 2012.

Para isso, Havana – desprovida de tecnologia e capital estatal (uma vez que privado só estrangeiro) – vem a tempos convidando uma série de empresas, preferentemente estatais, para prospectarem ‘ouro negro’ em sua plataforma marítima peri-insular. Todavia, para a frustração da ditadura Castro, até hoje, essas tentativas têm resultado em nada que possa ter algum valor industrial, principalmente para essas empresas, entre as quais se destacam as russas ZARUBEZHNEFT e GAZPROM, a espanhola REPSOL, a venezuelana PDVSA, a PETRONAS, da Malásia, e a brasileira PETROBRAS.
Quase todas já suspenderam suas prospecções em torno da ilha, sendo que a última a levantar seu equipamento de perfuração foi a russa ZARUBEZHNEFT, uma petroleira estatal que prospectava ao largo do litoral norte de Cuba.
Tais fatos representam uma frustração e uma desilusão para a ditadura cubana que sonhava prover sua autossuficiência energética em pouco mais de dois anos e, assim, não ter que depender do combustível altamente subsidiado fornecido pela Venezuela e até, em escala bem menor, pelo Brasil.
A suspensão dos trabalhos da Zarubezhneft marcou, na prática, o fim do único programa de exploração ativo que ainda funcionava na ilha caribenha, que atualmente depende totalmente do combustível fornecido pelo atribulado governo venezuelano do presidente Nicolás Maduro, em detrimento da economia da própria Caracas.
A agência Reuters de notícias relata que a estatal russa suspendeu seus trabalhos alegando “problemas geológicos”, prometendo que retomará a prospecção em 2014... Disse ainda que a saída dos russos das águas cubanas já era esperada, em função do vencimento iminente do prazo no arrendamento da plataforma norueguesa que utilizavam e que já foi arrendada a partir de julho por outra empresa.
Por outro lado, o Serviço de Geologia dos EUA estimou que as águas territoriais cubanas têm “um potencial significativo de petróleo convencional ainda não descoberto ou localizado” e que se situa entre 4,6 e 9,3 bilhões de barris de óleo fóssil. Já as autoridades cubanas elevam tais estimativas para algo em torno de 20 bilhões de barris, o que, todavia, é considerado um exagero propagandístico de Havana.

"O povo brasileiro não percebe a realidade interna e externa em que vive."

Otacílio Guimarães
Um dos inúmeros problemas do povo brasileiro é não perceber a realidade interna e externa em que vive. Ao optar pelo socialismo corrupto das esquerdas, o brasil iniciou um voo cego em direção ao abismo. Enquanto isto, lá fora o mundo continuou se transformando, muitos países se desenvolvendo, prosperando, a ciência avançando e largos passos, e o Brasil dormindo em berço explêndido nos braços da ideologia do atrazo e da mediocridade.  
Ocorre que existe uma realidade terrível que os brasileiros não enxergam: os políticos, na constituinte que engendrou a constituição de 1968, a tal constituição cidadã nas palavras do mumificado Ulisses Guimarães, criaram um esquema (não sistema) político que colocou o poder de eleger nas mãos da ralé ignorante e analfabeta. Disto se aproveitou o PT para ganhar o poder e fez do bolsa família a garantia de se perpetuar nele. Mas existem outras forças trevosas no Brasil apoiando o PT, qual sejam, os empresários que vivem pendurados nas tetas do tesouro nacional (grandes empreiteiras, bancos, etc.) que financiam as campanhas políticas para depois ganhar as obras superfaturadas e uma classe de “intelectuais” impatrióticos que militam sobretudo nas universidades públicas e que tem como ícone Marilena Chaui, que odeia a classe média.  
Portanto, não será um vento forte que vai derrubar essa gente e apeá-la do poder. Esse esquema que descrevi acima garante eleições sucessivas e o PT é o partido que mais cresce a cada eleição. Para derrubá-lo será necessário um furacão com um poder destrutivo monumental, pois ventos fortes já aconteceram vários durante os governos do PT & Asseclas e mesmo assim a popularidade de Lula e Dilma só cresce. Tome-se o mensalão como exemplo. Apesar do julgamento pelo STF ter condenado figurões do PT & Asseclas, nada aconteceu até agora e ninguém irá para a cadeia.  
Agora mesmo está em curso um atentado aos cofres públicos comandado pelo Exu de Nove Dedos que já foi denunciado até no senado federal pelo senado Álvaro Dias e nada acontece. Trata-se de um crime que já deveria estar sendo investigado pelas instituições às quais cabe o dever de zelar pela moralidade, inclusive colocando o canalha de nove dedos preventivamente na cadeia, mas nada acontece. Este caso não é apenas um vento forte, é uma ventania que vai se transformando em tempestade. Veja aqui:


Entretanto, como eu acredito que o mal por si se destroi, o PT & Asseclas, sob o comando desse energúmeno Exu de Nove Dedos está cavando sua própria sepultura uma vez que, com as péssimas administrações dele próprio e de sua invenção, a Dama de Merda, o Brasil está mergulhando numa crise profunda cujas consequências ninguém é capaz de avaliar.

Não é recente, mas é lindo! (E lindas!)

PSDB na TV: Por enquanto, ainda longe de uma mudança da gramática do poder e da política

Reinaldo Azevedo
O programa do PSDB foi ao ar nesta quinta. O vídeo segue abaixo. Não foi exatamente o melhor dia para isso, em pleno feriadão de Corpus Christi. São Paulo, por exemplo, está vazia. Quando as pessoas viajam, a tendência é que se desgrudem um pouco da TV. Esboçaram-se ali algumas linhas do que pode vir a ser a campanha eleitoral do senador Aécio Neves (MG) à Presidência da República. Assistam. Volto em seguida.


Foi um programa apresentando um candidato. Em novembro de 2009, já estava claro, por exemplo, que José Serra seria o nome do PSDB em 2010. Mesmo assim, Aécio exigiu uma divisão salomônica do programa. Menos de um mês depois, ele anunciou que “renunciava” à disputa. Da forma como fez, o óbvio se tornaria fatal: a parcela do eleitorado mineiro que simpatizava com ele passou a hostilizar Serra. Ficou a impressão que este havia usurpado o que lhe pertenceria por direito.
Desta feita, Aécio não teve de dividir o programa com ninguém. Falou sozinho. Como ele mesmo lembrou, os tucanos administram oito Estados, mas só se falou de Minas, apresentado como exemplo de eficiência. Ficamos sabendo, assim, que dona Juracy Borges, de Galheiros, era “depressiva” e se curou graças ao incentivo oficial ao artesanato. O seu Armando da Silva, de Unaí, um produtor de leite, também contou com o apoio do governo do estado, venceu as suas dificuldades e nos convida a comer um pão de queijo porque “o mineiro gosta de um pão de queijo mesmo”… Então tá.
Aécio participa ainda de uma conversa, com consumidores dispostos em círculo, sobre a inflação e diz que o governo tem de ter tolerância zero com esse mal. Aí aproveita para lembrar que o PSDB é que fez o Plano Real. Exalta o investimento de Minas em estradas e diz ser preciso melhorar a infraestrutura do país, com mais rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e ensina: “O setor privado não é inimigo”. Sobra uma crítica ligeira ao Bolsa Família: “Eu não acho que a melhor herança que um pai pode deixar para o seu filho seja o cartão do Bolsa Família”.
O programa chega ao fim com declarações de Geraldo Alckmin, José Serra e FHC feitas na convenção do partido. São falas genéricas sobre a unidade partidária, mas soaram, no contexto, como se fosse apoio ao “candidato”. Nos segundos finais, Aécio, em tom de comício, fala em construir um “Brasil mais justo e mais solidário”.

Das restrições
– Ainda que, desta feita, a “estratégia” do PSDB seja antecipar um nome para a disputa presidencial (por que essa proposta é boa agora e era ruim em 2009?), faz sentido usar apenas o estado de Minas como exemplo da eficiência tucana? Eu acho que não, mas os tucanos devem, como sempre, saber o que fazem, certo?

José Gomes Ferreira analisa o orçamento retificativo

O orçamento retificativo triplica a dedução de 5% para 15% para quem pedir fatura. O comentador da SIC, José Gomes Ferreira considera bastante positiva a medida.


“Como sempre, José Gomes Ferreira fala de uma forma que toda a gente percebe.
Quem não deve gostar nada da sua apreciação a este orçamento rectificativo, são os funcionários públicos e os partidos da oposição, que nos dizem "Mexer na Função Pública, nem Pensar!"
Por que motivo não têm a mesma preocupação com os trabalhadores privados?
Bravo, José Gomes Ferreira!
Pena seja que na nossa comunicação social haja tão poucos jornalistas desta estirpe!”
Antonio Almeida

E a continuar com este tipo de desassombrado comentário, desprovido de ideologia e, muito menos, de torcida contra, logo logo, choverão impropérios. Pode apostar!

Governo impõe sigilo sobre gastos de Dilma no exterior. (Por que será?)

Itamaraty orienta classificar todos os documentos relativos às viagens como 'reservados' enquanto presidente estiver no cargo; chancelaria afirma que medida está dentro da lei
Vitor Sorano
O governo colocou sob sigilo todas as informações relativas às viagens que a presidente Dilma Rousseff ou seu vice, Michel Temer, já fizeram ou vierem a fazer ao exterior. Os dados só poderão ser divulgados depois que ela deixar o Palácio do Planalto, em 31 de dezembro de 2014. Ou, se reeleita, de 2018.

Presidente Dilma Rousseff durante sua chegada a Adis Abeba, capital da Etiópia, na África. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A decisão ocorre num momento em que o governo está sendo questionado sobre o tamanho das comitivas presidenciais – e dos gastos – no exterior. Além disso, ela impedirá que esses dados venham à luz durante a campanha eleitoral de 2014.
Extratos de uma comunicação classificada do Itamaraty, a que o iG teve acesso, determina a reclassificação de todos os expedientes e documentos relacionados às visitas ao exterior de Dilma ou do vice, feitas desde que ela tomou posse, em 1º de janeiro de 2011. A regra se aplica também às viagens que forem feitas "futuramente".
No mínimo, esses materiais deverão receber o carimbo de “reservados”, categoria que prevê sigilo de cinco anos desde a sua produção. Mas podem ser reclassificados como secretos, o que os deixará 15 anos na sombra, ou como ultrassecretos – 25 anos.
()
Vitor Sorano, iG São Paulo, 31-05-2013

O ódio pessoal é uma coisa muito triste

José Manuel Fernandes

Defendi duas vezes, em sessões em que Manuela Ferreira Leite estava presente – uma no Hotel Tivoli, promovida pelo Instituto Sá Carneiro, outra num jantar do grupo parlamentar do PSD, onde fui orador convidado – que não me parecia que fosse possível resolver os problemas de excesso de despesa pública sem despedir funcionários públicos. Não notei que discordasse – ou que concordasse abertamente, pois o tema era politicamente explosivo. Sobretudo não deu nenhum sinal de achar que só a garantia de não-despedimento garante a independência da administração pública, uma concepção bizarra pois dela se infere que as administrações públicas das velhas democracias não são independentes mas a administração pública salazarista era um modelo de independência face ao poder político. O ódio pessoal explica muita coisa, mas em política cega. E isto já é muito pior do que cegueira.
Título e Texto: José Manuel Fernandes, Blasfémias, 31-05-2013

‘Prontos!’

Helena Matos

Nós não gostamos do governo portanto o governo é ilegítimo. Se nós gostássemos do governo o governo era bonito e bom. Assim como nós não gostamos do governo no governo só estão pessoas muito más e muito feias. Algumas dessas pessoas podiam passar para o lado das pessoas boazinhas se fossem nossas amigas mas enquanto não passarem continuam feias. O governo mau só faz coisas más porque gosta de fazer coisas más. Os governos são bons quando fazem coisas boazinhas que deixam as pessoas felizes. Coisas feias como pagar o que se deve só podem nascer na cabeça das pessoas más. Nós não gostamos de pessoas más. Antigamente havia uma pessoa muito má mas agora essa pessoa muito má foi substituída por outras ainda piores. Nós fomos sempre pessoas boazinhas. E portanto as pessoas más devem ir-se embora para nós irmos para o lugar delas fazer coisas boazinhas. Nós somos todos amigos e vamos ser todos felizes para sempre.
Título e Texto: Helena Matos, Blasfémias, 31-05-2013

"Senador, temos condições de eleger um Presidente da República, é ver para crer!"

Ao
Excelentíssimo Senhor
Dr. AÉCIO NEVES
DD Senador, Presidente Nacional do PSDB e candidato à Presidência da República.
Brasília-DF
Prezado Senhor,
Permita-me chegar à presença de Vossa Excelência, para expressar os anseios e a preocupação de um brasileiro que está muito preocupado com os destinos do seu país e de uma categoria que está sendo espoliada pelo governo do PT.
Apesar de extemporâneo, considerando que ainda faltam dezessete meses para as eleições, mas que, infelizmente, a campanha para 2014 já foi deflagrada pela Presidente da República, que tem a máquina governamental nas mãos para usá-la em favor das suas pretensões, a fim de manter o PT no Poder, creio que não tem mais como não entrar nessa luta.
Assim sendo, e sabedor de que o senhor quer entrar para ganhar, sugiro abraçar a causa dos aposentados e pensionistas, da Previdência Social, Regime Urbano, os verdadeiros ex- contribuintes do Regime, e que por mais terem contribuído, obtiveram o direito a receber mais; e assim enquadrados naqueles que recebem mais de um salário mínimo por mês, são espoliados na forma de reajustes anuais.  Somos 9,3 milhões de beneficiários, num universo de quase trinta milhões de aposentados no Brasil, juntando com milhões de trabalhadores que já estão em condições de se aposentar e os que chegarão lá, computando ainda aqueles, que aguardam que o Congresso Nacional extinga o maldito fator previdenciário, herança, esta sim, maldita do governo do PSDB de FHC. Esse contingente representa no mínimo entre quarenta e cinquenta milhões de votos,contando com seus familiares e amigos. Senador, temos condições de eleger um Presidente da República, é ver para crer!
Apesar do fator previdenciário, no governo FHC, nós tivemos perdas de 18% dos nossos rendimentos. Nos 10,5 anos de governo do PT (Lula/Dilma), já perdemos 47%. Foi o pior governo para a nossa classe. Aproveite esse filão e abrace a nossa causa. Comece desde já dizendo que irá conceituar sua política de reajustes a TODOS pertencentes ao RGPS num índice único tal qual o que é concedido ao salário mínimo; ou seja, correção pelo INPC acrescido da variação do crescimento da Economia (PIB) verificado dois anos antes. Não há Regime no mundo que trate cidadãos pertencentes a ele de forma diferenciada; nem mesmo a imoral consideração em dizer que aposentados não mereçam o teor do crescimento econômico a fazer jus a seus benefícios; assim como Lula o fez em seus discursos patéticos. 

Reatamento

João Bosco Leal

Como em uma rodovia, mesmo que repetindo um trecho já percorrido outras vezes, a viagem da vida é diferente cada dia, com retas, curvas mais ou menos acentuadas, subidas, descidas e paisagens distintas.
Cansados, distraídos ou olhando para algo do lado, não percebemos a chegada de uma curva e… Logo aparecem os comentários de alguém informando que se…, ou se…, isso não teria ocorrido, pelo menos não com tanta gravidade, o mesmo fim.
Acidentes podem ou não ocorrer na vida dos que vivem e, mesmo aqueles que se privam de tudo e de todos, tentando não correr qualquer risco estão, a qualquer momento, sujeitos a uma ocorrência inesperada seja onde estiverem.
Independentemente da situação, local, clima, velocidade ou meio de transporte, acidentes podem ocorrer. O que muda, dependendo dessas e de outras variáveis, é a gravidade do mesmo.
Assim é a vida. Passamos todos os dias pelo amanhecer, o entardecer e a nova noite, mas eles nunca foram e jamais serão iguais.
Em um deles podemos conhecer alguém que se tornará nosso maior parceiro, amigo, a maior paixão ou verdadeiro amor, com quem viveremos por muito tempo ou até a morte, mas em outro poderemos conhecer nosso maior adversário, rival, inimigo.
Entretanto, como jamais saberemos o que nos aguarda no futuro, não há como escolher o dia que não sairemos de casa para não conhecermos alguém pouco interessante, ou para não corrermos algum risco. Assim procedendo, poderíamos deixar de conhecer coisas ou alguém agradabilíssimo.
E esse alguém poderá ser o amigo que precisávamos ou se tornar o amor com o qual sempre sonhamos. Mesmo assim, por medo, alguns se recolhem e aí realmente diminuem bastante suas chances, inclusive de encontrar a pessoa com quem sonhava.
Provavelmente esse talvez seja o motivo pelo qual tenho ouvido pessoas dizerem que já erraram muito, sofreram, que estão cansadas e que dificilmente farão novas tentativas. Não é o que penso sobre os relacionamentos afetivos que por algum motivo foram rompidos.

"Acordei um dia em Salvador, e então tomei conhecimento da reeleição de Lula da Silva… Tomei a decisão: (…) Não vou continuar trabalhando para sustentar vagabundo. Já chega!"

Otacílio Guimarães
Escrevinhadores o Brasil tem muitos, estão saindo pelo ladrão. Não sei se você sabe o que é ladrão neste sentido. Se não souber, pergunte que eu explico.  
O que falta no Brasil são homens de ação. Escrever é muito fácil, agir é outra história. Eu agi e agora escrevo. Antes de escrever, eu agi. Por isto estou aqui do outro lado do planeta para não sentir o fedor que exala dos políticos brasileiros.
Não é o caso do professor Geraldo Almendra, que só escreve. Para analfabetos que não sabem interpretar o que lê. Que adianta escrever num país onde somente 10% gosta de ler e sabe interpretar um texto? É perda de tempo e masoquismo. Já li muito o que ele escreve, depois parei, por perceber que o que ele escreve não surtirá nenhum efeito e só serve como desabafo de alguém que está muito angustiado. Eu nunca permiti que a angústia, um sentimento terrível, e muito menos a depressão, tomasse conta de mim. De mim, eu tomo conta.  

29-10-2006, foto: AFP
Acordei um dia em Salvador, Bahia, e liguei a televisão para assistir ao jornal matutino e então tomei conhecimento da reeleição de Lula da Silva. Tomei três decisões:
a) tomar um banho quente para relaxar depois de uma noite curta, pois fui dormir tarde;
b) tomar o café da manhã do jeito de que eu gosto, um café sertanejo com cuscus, carne assada, ovos, coalhada, uma fruta (pode ser uma jaca);
c) esta foi a decisão mais difícil e só a tomei depois de ter fumado um cigarro e revolvido todo o meu passado desde onde pude me lembrar.
Não é fácil tomar a decisão de deixar o país onde você nasceu e viveu a sua vida toda. E eu estava com 62 anos de idade. Fiz contas para descobrir quanto valia o meu patrimônio, analisei se seria fácil vender o imobilizado, pensei para onde ir, e afinal tomei a decisão: não vou ficar nessa merda porque eu não vou continuar trabalhando para sustentar vagabundo. Já chega!

A democracia argentina se transforma em autocracia argentina, um eufemismo para ditadura

Francisco Vianna
Em setembro último, os argentinos realizaram maciças passeatas em todo o país para protestar contra os abusos autocráticos, fracassos econômicos, e corrupção desenfreada da presidente Cristina Kirchner. Dois meses depois, eles fizeram manifestações ainda maiores. E em 18 de abril, eles fizeram os maiores protestos de todos, com cerca de dois milhões de pessoas marchando por cidades e vilas em todo o país, incluindo, ainda mais de um milhão delas só em Buenos Aires.

A Cristina Kirchner não basta o poder de administrar o país; o seu neoperonismo exige que ela consiga o poder de fazer as leis e de controlar a justiça e, em suma, se tornar uma ditadora em seu país.
"Fui para a rua porque supostamente vivemos numa democracia e que corre o risco de se transformar em ditadura", declarou um estudante universitário argentino à Reuters. "Mas este governo não quer ouvir ninguém. Todos os dias, nos tornamos mais como reféns e, de alguma forma, temos que tornar isso conhecido".
O estopim imediato dos protestos de 18 de abril foi uma proposta de Kirchner para abolir a independência do Judiciário, mas os manifestantes também expressaram preocupações sobre quase tudo, desde a inflação estratosférica e a criminalidade violenta aos ataques governamentais à liberdade de imprensa. Nas semanas que se seguiram aos protestos da população argentina, ela recebeu uma boa e uma má notícia. A boa notícia foi a de que o sistema judicial da Argentina rechaçou à guerrinha particular de Cristina et caterva contra a liberdade de expressão. A má notícia fia a de que os legisladores aliados do governo promulgaram suas "reformas" judiciais, o que significa que o partido terá agora o controle majoritário sobre o conselho legal que nomeia e (se necessário e a critério da Casa Rosada) remove juízes federais. Não é difícil antever o que isto significa na prática: o Poder Executivo da Argentina será capaz de aparelhar os tribunais federais com magistrados cupinchas e também será capaz de impugnar qualquer juiz que não seguir a linha do partido.
Não causou surpresa o fato de muitos grupos e instituições do exterior terem condenado a ‘revisão judicial’ de Cristina Kirchner, considerando-a como uma agressão violenta à democracia. Tanto José Miguel Vivanco dos Direitos Humanos como a relatora especial da ONU, Gabriela Knaul disseram que a revisão "compromete seriamente” a independência do poder judiciário da Argentina, e a ONG ‘Transparência Internacional’ alertou que isto poderá "ameaçar o estado de direito do país, concentrando muito poder nas mãos do Executivo", praticamente transformando-o num poder ditatorial. A Câmara Nacional de Apelações Civis da Argentina disse que "a revisão judicial viola o princípio da independência do poder judiciário", e a Associação Empresarial argentina chamou o descalabro legislativo de "uma séria ameaça às garantias constitucionais e o equilíbrio entre os poderes, característica do processo democrático". Em Buenos Aires, o prefeito Mauricio Macri e membros do Legislativo da cidade tomaram medidas para afirmar seu apoio à liberdade de expressão.

Minuto do dia – 20


NÃO procure evidência pessoal.
Reflita que, quanto mais exposto à visão alheia, mais se tornará alvo de ciúme e inveja.
As vibrações negativas, mesmo que não lhe façam mal, positivamente, poderão cansá-lo, no trabalho de defender-se.
Procure agir discretamente, embora com firmeza, deixando que os vaidosos e vazios se exponham numa evidência de que você, certamente, não necessita para brilhar.
O vidro comum brilha muito ao sol, mas o brilho do ouro está escondido no cofre; nem por isso valerá menos que o vidro…

Dia do Comissário de Voo: 31 de maio ou 31 de outubro?


O Dia do Comissário de Voo é comemorado, no Brasil, no dia 31 de maio. No entanto, também é no dia 31 de outubro. (!?)
Por exemplo, neste portal “PortoWeb – Datas Comemorativas” podemos ver que o dia 31 de maio é o Dia Internacional do Comissário de Bordo e da Aeromoça, e o dia 31 de outubro é o Dia Mundial do Comissário de Bordo. (?)
Numa rápida pesquisa na internet constato que na Colômbia, no Paraguai… é em 31 de maio.
Não consegui saber em que dia os comissários comemoram (se) o seu dia em Portugal, França, Estados Unidos…


Matérias sobre essa data comemorativa:
31 de maio: Dia do Comissário de Voo. Parabéns!

Well, seja como ou quando for, deixo aqui os meus sinceros votos de Feliz Carreira Profissional aos que há pouco ingressaram, que estão ingressando e vão ingressar na profissão de Comissário(a) de Voo.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

A jararaca na RTP

A estação pública, RTP, entrevistou hoje a jararaca-mor (!).
Só aos cidadãos ingênuos e de boa-fé não surpreenderá a atual armação (mais uma) da imprensa lusa contra o atual governo  – de direita. Para tal, está se servindo e sendo servida pela jararaca-mor que não sai dos jornais, revistas, tevês… pregando a sublevação popular para derrubar um governo que ameaça CONSERTAR todas as passadas cagadas que trouxeram Portugal à falência. E ela, a jararaca, como outras serpentes, jornalistas engajados e dissimulados comentaristas já perceberam que esse CONSERTO é possível. Para evitá-lo, vale tudo! Percebe, caro compatriota?
Já pensou que se este governo (de direita, ultraliberal, insensível, gatuno, de efedêpês, etc…) conseguir recolocar o país nos trilhos e devolver-lhe a soberania, o que vai acontecer com a esquerdalha barulhenta e virulenta? Não se elegem nem para síndico de prédio… devoluto!!!
Pense, caríssimo leitor deste lado da lagoa.

Em outros blogues:
D. Mário I, O Inimputável

 
O Cão de Sócrates 
Mário Soares diz que vai haver uma "perda de pacifismo" e "uma progressiva violência do povo português" (DN). Há mais de um ano que Soares anuncia quase todos os dias pancadaria nas ruas... mas o fim de Portugal tarda em chegar!!!!

Militares querem manter privilégios na saúde e na educação

Foto: José Sena Goulão/Lusa
Luís Moreira
Na saúde mantendo os diversos hospitais de que não precisam e o seu subsistema de saúde que o orçamento paga. Na Educação mantendo os colégios mais caros que o orçamento também paga. Querem a paz dos cemitérios. Não à mudança.
Nos hospitais há quatro hospitais militares só em Lisboa que se vão reunir num só, o da Força Aérea, no Lumiar. Aqui para nós que ninguém nos ouve, se fizermos contas ao número de militares e aos seus familiares, não chegam para um hospital com a dimensão adequada à prestação de cuidados hospitalares de qualidade. Quanto aos subsistemas de saúde, este e os outros não têm razão de ser quando temos o SNS.
Os colégios militares ficam muito mais caros por aluno. Além disso o número de alunos que os frequentam é muito reduzido. Há que juntar rapazes e raparigas como se faz em todo o lado e baixar o custo por aluno. O orçamento também paga.
Um estado abocanhado por corporações profissionais e de interesses que lutam por privilégios que os contribuintes pagam. Chega!
Título e Texto: Luís Moreira, BandaLarga, 30-05-2013