sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Google editou algoritmos para prejudicar Trump, diz ex-funcionário

Entre os documentos, ex-engenheiro de software da Big Tech, Zachary Vorhies, mostra lista de sites conservadores que Google deliberadamente esconde dos seus resultados

Leonardo Trielli

Google tem uma agenda progressista e usa seu poder para manipular a opinião pública a favor de sua ideologia.

Ex-funcionário da Big Tech, o engenheiro de software Zachary Vorhies (foto) trabalhou para a empresa por oito anos e denunciou as práticas do Google ao Project Veritas, em 2019.

Vorhies também é autor do livro Google Leaks: A Whistleblower’s Exposé of Big Tech Censorship (Google Leaks: A exposição de um delator sobre a censura da Big Tech), ainda não traduzido para o Português.

Entre as centenas de documentos que Vorhies vazou para o Project Veritas, está um documento interno chamado “lista negra de sites de notícias do Google Now”, que ele afirma ser uma lista de páginas da web que o Google restringe.

Esta lista inclui vários sites de tendência conservadora, como The National Enquirer, Media Matters e Infowars.

Em entrevista ao jornalista Joshua Phillip, do Epoch Times, Vorhies explicou como o Google ajustou seus algoritmos para prejudicar Donald Trump à época das eleições presidenciais. 

Ao ser perguntado se isto não era apenas uma forma de o Google mostrar apenas os resultados mais relevantes, o engenheiro apontou que a fuga de usuários para outros mecanismos de pesquisa é um indício de como as pesquisas da Big Tech estão sendo enviesadas.

Ele observou, por exemplo, que o portal do Epoch Times costumava figurar entre os dez primeiros resultados de pesquisas, mas em algum momento isso parou de acontecer.

No documentário do Project Veritas, de 2019, Vorhies disse que as ações da empresa são “hipócritas, no mínimo, e perjúrio na pior das hipóteses”, já que o CEO do Google, Sundar Pichai, disse sob juramento ao Congresso dos EUA que a Big Tech não promovia notícias positivas sobre Democratas de esquerda em detrimento de veículos mais conservadores ou meramente veículos sem classificação ideológica.

Com informações de Breitbart NewsDaily Mail e Epoch Times

Título e Texto: Leonardo Trielli, Senso Incomum, 20-8-2021

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