segunda-feira, 8 de junho de 2020

[Flagrantes do quotidiano] Mó mico no super

Aí, hoje fui ao supermercado fazer umas comprinhas (a redundância é proposital, modo de esquentar os tamborins). Aliás, ir ao supermercado atualmente em alguns horários, está mais ‘confortável’. Por causa do vírus chinês que veio da China, vulgo pandemia, os estabelecimentos restringiram o número de clientes nos seus interiores. Portanto, corredores mais desafogados à circulação.

Então, passeando pelo super, fui colocando as compras no cesto (do supermercado).

Cesto cheio, a Deus graças!, me acheguei à caixa, que, por acaso, era a gerentona que a possuía naquele momento.

Esvaziei o conteúdo do cesto, de forma organizadinha, na pequena esteira, abri o primeiro saco de compras, do Zona Sul, a modo de receber em seu interior a primeira leva das compras. E fui pegar o cartão de fidelidade, o “Poupa Mais”...

Pára tudo! Cadê a minha carteira??...

“Esqueci a carteira!”, balbuciei para a gerentona enquanto colocava os bens de volta no cesto... E a gerentona: “Esqueceu a carteira, é?”...

Mas, enfim, ela foi gentil, e me deixou encostar o cesto na caixa, enquanto eu subia em casa para apanhar a carteira. Coisa de não mais cinco minutos.

Já imaginou a cena com aquelas compras de mês (ou para os próximos cinco anos), aquelas que a gente costuma fazer naquele hipermercado que fica a vinte quilômetros da nossa casa?!


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Um comentário:

  1. Detalhe importante: não tinha ninguém atrás de mim! Portanto, o mico só teve uma testemunha: a gerentona.

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