quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

O que colunistas da ‘Revista Oeste’ pensam sobre a CoronaVac?

Notícia sobre a eficácia geral do imunizante defendido por João Doria é comentada por colaboradores da publicação digital


Anderson Scardoelli

O Instituto Butantan divulgou na manhã desta terça-feira, 12, dados a respeito da eficácia geral da CoronaVac. Os 50,38% confirmados pelo órgão — abaixo dos números disseminados na última semana — repercutiram nas redes sociais, com pedidos de renúncia do governador de São Paulo, João Doria (PDSB). O tema também despertou o interesse de pelo menos três colunistas da Revista Oeste: Guilherme Fiuza, Rodrigo Constantino e Ana Paula Henkel.

Confira, abaixo, o que o trio tem a dizer sobre a eficácia geral da CoronaVac

·         Guilherme Fiuza

“Infelizmente, o Instituto Butantan e diversas outras instituições de referência estão com as suas credenciais manchadas por conduta política nesse processo. O Butantan foi responsável por boletins que davam os números exatos de vidas salvas pelo lockdown [implementado pelo] governo do Estado de São Paulo e da prefeitura de São Paulo. Falsa premissa e falso laudo. Aquilo nunca foi verificável, e continua não sendo […], então como você vai confiar num instituto desses? Vou desconfiar? Claro!”

·         Rodrigo Constantino

“Além disso tudo que o Fiuza já colocou, quero lembrar que esse número de 50,38% é bem suspeito. E todo mundo tem o direito de suspeitar, porque ele é o limite do limite para passar no critério técnico [da Anvisa]. E vindo lá de 100%, depois 78%, em torno de 60%. E agora chega a esse número mágico de 50,38%. Lembrando que postergaram por duas vezes as entregas para a Anvisa da fase 3 de pesquisa e ainda certos dados eles não disponibilizam, segundo o acordo de confidencialidade com a empresa chinesa que é acusada de propina e corrupção lá atrás. […] Até onde se sabe, é a vacina mais cara do mercado e a menos eficaz.”

·         Ana Paula Henkel

“Agora, uma das perguntas que ficam agora é: por que a pressa? Por que existiu a pressa diante de números tão pífios? Lembrando que a OMS questiona o uso de vacinas com eficácia abaixo de 50%. Ela não recomenda isso. Aí, essa CoronaVac tem alguma coisa pouco acima de 50%. É ‘cara ou coroa’, você não sabe se está protegido ou não. Por que a agressividade ao longo desses últimos meses todos em relação às pessoas que ousaram questionar a eficácia, a pressa, os contratos do governo de São Paulo com a China, os dados científicos da própria vacina.”

As afirmações de Fiuza, Constantino e Ana Paula sobre a CoronaVac foram feitas durante a edição desta terça-feira de Os Pingos nos Isprograma transmitido pela rede Jovem Pan.

Título: Anderson Scardoelli, revista Oeste, 12-1-2021, 20h41

Relacionados:
Japão passa a exigir exame negativo de covid-19 para entrada no país
50,38%: é a eficácia da CoronaVac, diz governo de São Paulo
Rede aciona o STF para CoronaVac ser aprovada em 72 horas

4 comentários:

  1. COMO PODE ALGUÉM SER CONTRA A VACINA?
    QUALQUER VACINA!
    VÁ LÁ QUE A CORONAVAC É MEIA BOCA.MAS É A QUE TEM!
    VÁ LÁ QUE O BUTANTÃ,PISOU NA BOLA ,E ILUDIU MUITOS.
    VÁ LA QUE O GOVERNO DE SÃO PAULO,UTILIZA O FATO DE TER SIDO O PRIMEIRO A CONSEGUIR UMA VACINA ,EM SOLO BRASILEIRO , PARA FINS POLÍTICOS.
    MAS, NÃO É ISTO O QUE TODOS OS POLITÍCOS,DE TODO LADO, FAZ?
    MAS ATÉ OUTRA SOLUÇÃO, É ISTO ,ACEITAR A MEIA BOCA,ATÉ MELHOR OPÇÃO ,OU MORRER DE COVID19 .
    O QUE É MELHOR?
    JÁ VIVEMOS NUM PAÍS MEIA BOCA!
    ENTÃO A MÍDIA MEIA BOCA ENGAJADA, QUER VER, É O CIRCO PEGAR FOGO.
    NINGUÉM MERECE


    !

    ResponderExcluir
  2. A HISTORIA DA VACINAÇÃO NO BRASIL ,esta como a piada do inferno .
    O infeliz pecador morreu e foi parar na porta do inferno. Lá, um auxiliar de capeta se apresenta e faz a seguinte pergunta:
    - Você quer ir para o inferno brasileiro ou para o inferno americano?
    E o pecador pergunta:
    - Qual a diferença?
    - Bom. Existe um muro que separa os dois infernos. No inferno brasileiro você terá que comer uma lata de merda no café da manhã, no almoço e no jantar.
    - E como é o inferno americano? - quer saber o pecador.
    No inferno americano, é igual, só que em vez de uma lata de merda, você terá que comer somente um pires.
    O pecador não pensou duas vezes, e preferiu o inferno americano.
    Chegando lá, reparou que estavam todos cabisbaixos e tristes. Enquanto isso, no outro lado do muro, ouvia-se pagode, samba, dupla sertaneja, gargalhadas, enfim, uma animação danada.
    Não se conformando, o pecador sobe no muro e chama alguém do outro lado.
    - Ei, como vocês conseguem festejar? Aqui o pessoal come um pires de merda e vive triste, enquanto vocês comem uma lata e vivem dando risada.
    - Bem, é que aqui é o Brasil, né?
    Um dia falta lata! No outro falta merda! No outro, o capeta não vem! No outro é feriado! No outro carnaval!E assim vai...É só festa!

    No caso atual ,um dia falta UTI ,quando tem UTI ,não tem oxigênio ,quando tem oxigênio,não tem vacina ,quando tem vacina não tem seringa ...
    Quando tiver vacina, oxigênio , UTI, seringa etc … O diabo não tem logística para distribuir ,e pede ajuda aos americanos!

    ResponderExcluir
  3. Ironia do destino;Maduro oferece ao Brasil oxigênio para abastecer Manaus , que o Brasil não esta conseguindo levar até Manaus , por problemas de logística.
    A hora em que ideologia vale menos que um traque!

    ResponderExcluir
  4. A HISTORIA DA VACINAÇÃO NO BRASIL ,esta como a piada do inferno .
    O infeliz pecador morreu e foi parar na porta do inferno. Lá, um auxiliar de capeta se apresenta e faz a seguinte pergunta:
    - Você quer ir para o inferno brasileiro ou para o inferno americano?
    E o pecador pergunta:
    - Qual a diferença?
    - Bom. Existe um muro que separa os dois infernos. No inferno brasileiro você terá que comer uma lata de merda no café da manhã, no almoço e no jantar.
    - E como é o inferno americano? - quer saber o pecador.
    No inferno americano, é igual, só que em vez de uma lata de merda, você terá que comer somente um pires.
    O pecador não pensou duas vezes, e preferiu o inferno americano.
    Chegando lá, reparou que estavam todos cabisbaixos e tristes. Enquanto isso, no outro lado do muro, ouvia-se pagode, samba, dupla sertaneja, gargalhadas, enfim, uma animação danada.
    Não se conformando, o pecador sobe no muro e chama alguém do outro lado.
    - Ei, como vocês conseguem festejar? Aqui o pessoal come um pires de merda e vive triste, enquanto vocês comem uma lata e vivem dando risada.
    - Bem, é que aqui é o Brasil, né?
    Um dia falta lata! No outro falta merda! No outro, o capeta não vem! No outro é feriado! No outro carnaval!E assim vai...É só festa!

    No caso atual ,um dia falta UTI ,quando tem UTI ,não tem oxigênio ,quando tem oxigênio,não tem vacina ,quando tem vacina não tem seringa ...
    Quando tiver vacina, oxigênio , UTI, seringa etc … O diabo não tem logística para distribuir ,e pede ajuda aos americanos!

    ResponderExcluir

Não aceitamos/não publicamos comentários anônimos.

Se optar por "Anônimo", escreva o seu nome no final do comentário.

Não use CAIXA ALTA, (Não grite!), isto é, não escreva tudo em maiúsculas, escreva normalmente. Obrigado pela sua participação!
Volte sempre!
Abraços./-