sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

[Foco no fosso] Cartela quase cheia

Haroldo Barboza

No mundo atual, guerra bélica é quase impensável. Mesmo que seja um conflito “localizado”.

- Elevados custos para articular aviões, navios, tanques, pelotões de infantaria, hospitais de campanha, alimentação e dezenas de detalhes;

- Mesmo sendo de porte médio, a demora para chegar “à vitória”, pode ultrapassar seis meses;

- Em sendo um evento que dure 2 ou 3 anos, os objetivos do vencedor (fontes de recursos) certamente estarão mais de 90% devastados e para recuperar o estado “normal”, deve demorar uns 20 anos;

- cria um catalizador que une (por tempo limitado) diversos adversários “da vez” que ajudarão o invadido a “resistir” mesmo sacrificando seus nativos “patriotas”.

O  “vencedor” do confronto pretende atingir suas fontes com poucos arranhões. Para isto, caso os nativos não sejam convencidos (imprensa “livre” às vezes demora a efetuar a lavagem cerebral projetada) a aceitar o “novo” comando, terão de ser eliminados para evitar “distúrbios”.

Então que ninguém seja “inocente” em pensar que dirigentes ávidos pelos bens alheios não serão capazes de barbaridades desumanas para conseguir seus objetivos escusos. Câmaras de gás usadas na 2ª guerra mundial serviram apenas como fato didático para estes indivíduos com ideias que causam inveja ao capeta. Estas figuras não ficam comovidas por pessoas morrendo sufocadas sem as ampolas de ar e as máscaras “compradas” pelo triplo do preço.

A guerra química está no meio de qualquer pauta agressiva. Mesmo com letras pequenas (mas com grandes estragos). O lançamento de gases mortais em ambientes fechados, também são caros para espalhar (precisam de muitos terroristas) e criam “revolta” nos sobreviventes atingidos pelos artefatos e parentes próximos.

Tendo em vista que as sociedades atuais produzem muito mais lixo do que conseguem reciclar, a superfície do planeta tornou-se uma complexa via para propagação veloz de doenças naturais e artificiais.

E estas, ainda permitem a recuperação dos investimentos através da venda dos “remédios milagrosos” que salvarão os contaminados.

Se deliciosos bolos de frutas (ou macios pudins) não podem ser preparados em menos de dez minutos, quem imagina uma vacina construída em menos de seis meses? Com pressa, você engole um bolo que foi colocado no forno há dois minutos? Ficará feliz com a ingestão?

Curiosamente, nos antros onde cracudos se amontoam sem alimentos, água, higiene pessoal, vestes limpas, remédios e planos de saúde, não temos notícias de falecimentos elevados devido à pandemia.

A disseminação “organizada” de doenças dolorosas, cria todas as condições para fragilizar povos guerreiros, defensores de seus valores pátrios honrados por sucessivas gerações lúcidas, informadas e cientes do que seja qualidade de vida. Prontas para se unirem (não ficam esperando um “messias”) para exigirem seus direitos como contribuintes adimplentes.

Dentro das nações conduzidas por corruptos aplaudidos por eleitores “isclarecidos”, fica fácil acoplar eventos que reduzam qualquer vestígio de contestar as medidas adotadas por quem dirige tais países.

Impunemente somem com equipamentos e medicamentos que deixam de salvar vidas. Produzem notícias assustadoras para doutrinar aos que num primeiro momento demonstram alguma dúvida quanto à eficácia de medidas editadas por políticos desastrosos e desonestos.

E no meio de toda esta pandemia (cujo “pico” serviu para altos desvios de verbas), nós servimos de “feijões” para sermos colocados na cartela do bingo da destruição da nação que com exceção do futebol, não produziu nenhuma geração de “imortais” cujas vozes pudessem servir como o toque de atacar à corrupção que esgarça nossa fantasia de “nação próspera”.  

Quando o último patriota lúcido se calar, os mentores se tornarão gestores e gritarão: - Bingo!

Título e Texto: Haroldo Barboza, 22-1-2021

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