sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Vigília, em Lisboa, pela liberdade em Angola

Imagem: Esquerda.net
Esquerda.net
50 pessoas juntaram-se na tarde desta quarta feira no Rossio para defender a liberdade de expressão em Angola. Presente na vigília, o escritor José Eduardo Agualusa declarou que José Eduardo dos Santos deve abandonar o poder e retomar o processo democrático.
“O presidente ainda está a tempo de abandonar o poder e retomar o processo democrático. Ele pode sair preservando a sua honra e a sua fortuna pessoal. Pode contribuir para o desenvolvimento do país como empresário” declarou à agência Lusa o escritor angolano José Eduardo Agualusa, que participou na vigília que juntou meia centena de pessoas.

O jornalista angolano Rafael Marques também esteve presente na vigília tendo realçado que as recentes manifestações em Angola representam uma tomada de consciência dos angolanos. Rafael Marques afirmou à Lusa que “é fundamental que os angolanos saibam gerar solidariedades para que as mudanças que são necessárias para o bem do país ocorram de forma pacífica” e realçou que a atitude dos jovens manifestantes angolanos foi um exercício de liberdade e de expressão e que por isso não devem permanecer presos. “Quando chegar a Luanda vou visitá-los à cadeia. Só assim teremos uma verdadeira democracia e estabeleceremos elos de solidariedade entre todos aqueles que lutam pela liberdade”, salientou ainda Rafael Marques.

[Varig/Aerus] Reunião entre Ayoub e Cármen Lúcia não foi mencionada pelos sindicatos petistas...

Carlos Lira
Este AEROCLIPPING é um JORNAL ELETRÔNICO sempre VAZIO de notícias de real interesse para a categoria do aeronauta. O seu conteúdo está repleto de blá-blá-blá retirado de outros jornais e se omite em divulgar notícias que escapam do jugo dos quadrilheiros que infestam este SNA corrompido. Não foi divulgado, por exemplo, uma nota IMPORTANTÍSSIMA sobre o AERUS na Coluna de Ancelmo Gois no Jornal O GLOBO. Por que este jornaleco eletrônico "AEROCLIPPING" não divulgou esta notícia? Você, caro leitor, pode responder o óbvio? Não está nos planos dos manipuladores do CAVALINHO AZUL divulgar notícias que fogem ao seu controle. Esta gente é irascível, mentirosa e interesseira - não está no interesse dessa gente lutar pela coletividade, é uma gente manipuladora, enganosa e insensível ao clamor dos injustiçados. Mas os adeptos do CAVALINHO AZUL preferem o engodo, o irreal, o glamour de um passado que se perdeu nas brumas do tempo; preferem ouvir aleivosias proferidas por quem não merece confiança do que acordar para uma realidade iminente, próxima a um desfecho inverossímil: este SNA está ilegal, está invadido por ladrões da boa-fé, usurpadores e sem o menor respaldo legal para continuarem "imperando" neste recinto de excremento - são pessoas execráveis e sem o menor pudor face ao que o bom senso determina. Sabe-se que esta diretoria do SNA ruirá por causa da própria podridão.
O que o AEROCLIPPING não quis divulgar foi a notícia de uma reunião muito proveitosa com finalidade de resolver o problema AERUS através de um acordo bastante interessante para os prejudicados. Estiveram nesta reunião, a Dra. Cármen Lúcia, o Dr. Juiz Ayoub, a Dra. Gabbas, da Previdência, o Dr. Adams, da AGU, o Interventor atual do AERUS, José Pereira e o representante da VARIG. Lógico que o teor não sabemos ainda, mas posso afirmar que foi para o bem dos prejudicados e o mais interessante é que o pessoal do "BLUE HORSE" ficou quietinho e não publicou uma linha sequer, nem no Boletim Informativo do SNA e nem através do VERAZORO que é órgão de informação deles e nem através dos seus correligionários da Comissão AERUS/POA. MISTÉRIO…
Texto: Carlos Lira
Edição: JP

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Preparing for Greece's Failure

STRATFOR's Vice President of Analysis Peter Zeihan examines the obstacles to Greek prosperity and the challenges in ejecting Greece from the eurozone. Find out why Greece isn't salvageable, and why Europeans need at least 2 trillion euro to kick it out of the eurozone without triggering financial catastrophe.
Editor’s Note: Transcripts are generated using speech-recognition technology. Therefore, STRATFOR cannot guarantee their complete accuracy.

The financial news of the week again is about the eurozone and we are seeing lots of entities come up with lots of possible solutions about how to solve the eurozone problem. They all of course rest on what to do about Greece. The problem is, they are coming from the wrong angle. From STRATFOR’s point of view, Greece does not have a particularly bright future as a state before the eurozone crisis is taken into account.
Modern Greece has traditionally been supported by three pillars. First is shipping. As a culture that is mostly coastal it makes sense they would be very good at sailing; however, in the age of modern transport and super container ships, Greece simply can’t compete, and most of its ship building industry has long ago left for greener pastures in places such as Norway, China or Korea. The second pillar is tourism and this continues to be an option, but tourism by itself cannot support a modern state. The final option and the one that the Greeks have gotten the most mileage out of is leveraging Greece’s position. Typically to allow some external power a means of battling somebody in Greece’s neighborhood. When Greece achieved independence in the early 1800’s that external power was the United Kingdom who used Greece as a foil against the Turks. Later, the Americans played a similar role supporting Greece against the Soviets. In both cases massive volumes of capital came in to support Greece. However, in the post-Cold War era Turkey is a member of NATO, and while the Greeks might not get along with the Turks, nobody is looking to use Greece as a military foil against them. Greece no longer has a regional foe that it shares with anyone else. The closest might be the Turks again, but only if the Turks miscalculate their ongoing relationship with Israel or Cyprus and miscalculate very very badly.

Aprenda a dançar com José Sarney


Realização: Programa Galo Frito
Recebido de Ricardo Gama

Islão e Sharia - Pastor Nadarkhani

País: Irão
Nome: Yousef Nadarkhani
Crime: Recusa em abjurar o cristianismo
Pena: Morte
Yousef Nadarkhani, sua esposa e e filhos. A foto foi divulgada por Organizações Religiosas
O pastor Nadarkhani é apenas um entre as centenas de condenados à morte, no Irão.
Uso aqui o seu caso, para dar uma ideia aos leitores, do estatuto dos infiéis e apóstatas, nos países islâmicos e ajudar a demolir o mito da "tolerância islâmica" e do islamismo como "religião da paz".
O Irão, sublinhe-se, está apenas a aplicar literalmente a lei islâmica, deduzida do Corão, e da Sunna.
Há versículos no Corão que são absolutamente claros nesta matéria e nenhum país cuja lei se fundamente na sharia, pode deixar de os considerar.
O Islão tem regras claras para tratar os fiéis de outras religiões:
1.Os povos do livro  (judeus e cristãos), têm três opções: ou se convertem, ou pagam um tributo e vivem sob um estatuto subordinado (denominado "dhimmitude", uma espécie de apartheid), ou morrem.
2.Os fiéis de outras religiões, ou se convertem ou morrem.
3.Os apóstatas, aqueles que abandonam o Islão, regressam, ou morrem.
Isto é o que diz a lei, preto no branco e nenhuma das 4 escolas jurídicas do Islão, nem sequer a Hanafi, considerada a mais "moderada", se desvia destes preceitos.
O padre Nadarkhani foi considerado apóstata por um tribunal islâmico, não porque tenha alguma vez sido muçulmano, mas porque na sua ascendência, apurou-se, existiram muçulmanos. Assim sendo, não lhe assiste o direito de ser cristão e viver num estatuto de dhimmitude, tendo de ajurar a fé cristã e regressar ao seio do Islão.
Como se recusou a fazê-lo, irá ser executado.
O que é inteiramente legal, segundo a lei islâmica, e éticamente correcto, segundo os valores islâmicos.
Para nós, é ilegal e errado, o que dá uma ideia do brutal choque civilizacional e da radica impossibilidade de integrar o Islão na cultura ocidental, como desejam alguns arautos do multiculturalismo.
Texto: O-LIDADOR, 29-09-2011, no blogue “O triunfo dos porcos
Recebido de Ari

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A corrupção e o futuro

João Bosco Leal
Existem países e continentes com muitas, outros com raríssimas riquezas naturais, o que mostra a capacidade humana de adaptação e de geração de possibilidades nas mais diversas situações.
Com as atuais facilidades de comunicação, é possível ver imagens das enormes diferenças de alimentação, saúde, educação, cultura e riqueza entre os mais diversos povos que habitam a terra, que anteriormente só imaginávamos.
Podemos observar que muitos países com riquezas naturais abundantes são pobres, em todos os sentidos, enquanto outros, bastante desprovidos dessas riquezas conseguem ser ricos, com sua população possuindo um elevado nível cultural e excelente qualidade de vida.
A conclusão é de que as riquezas não são suficientes para proporcionar boa qualidade de vida de uma população, se esta não tiver o conhecimento necessário para sua exploração, se for governada por pessoas incompetentes ou por líderes ditadores e corruptos, que aumentam sua fortuna em detrimento da falta de cultura e da opressão de seus subordinados como temos visto em vários países.
Excluindo-se os casos citados, percebe-se que a saúde é desigual de acordo com as regiões, principalmente por dois fatores: as riquezas naturais ou sua falta – como nas regiões áridas- e a cultura da população.
As consequências de uma acabam gerando outras, como na educação, dificílima de ser alcançada por pessoas pobres, residentes em locais distantes dos centros urbanos ou em países desprovidos de recursos para maiores investimentos na área educacional.
A cultura dos povos influi muito, tanto no alcance de progressos como na manutenção de atrasos, o que é facilmente notado nas diferenças entre os países asiáticos, africanos e sul-americanos, todos com suas características culturais e religiosas distintas.

Justiça Social, Igualitarismo e Inveja

A propósito do Livro de Gonzalo Fernandez de la Mora [1]

Eduardo O. C. Chaves
"Não tenho respeito à paixão pela igualdade, que me parece ser meramente a idealização da inveja". [2]

Este trabalho é uma resenha, mas não uma resenha comum: também é um artigo - se bem que um artigo que não teria sido escrito se eu não houvesse lido o livro resenhado: Egalitarian Envy: The Political Foundations of Social Justice, do autor espanhol Gonzalo Fernández de la Mora [3].

Há várias razões para que o trabalho seja algo menos e algo mais do que uma simples resenha. Não discuto nem descrevo o conteúdo de todos os capítulos ou partes do livro. O que descrevo e discuto não é apresentado na ordem em que o autor colocou o assunto. Não me limito a citar ou parafrasear o autor (embora faça também isso). Uso seus argumentos livremente, reforçando-os, quando necessário, deixando-os de lado, quando fracos demais. Apelo para fatos e argumentos não mencionados no livro (no caso dos fatos, certamente porque não haviam acontecido ainda, como o débâcle do Comunismo no Leste Europeu e na União Soviética). Deixo-me levar pelo argumento do autor, faço minhas suas idéias - até porque minhas já o eram, de certa forma, há muito tempo, embora de maneira um tanto difusa e não tão claramente articulada. Ao final, vou além do livro ao discutir alguns problemas da juventude e da universidade brasileira, embora sempre procure tomar como ponto de partida observações do autor.




I. DESEJO E FELICIDADE
O desejo é a energia básica que alimenta a evolução humana. O que chamamos de felicidade é o estado criado pela satisfação de nossos desejos: ficamos felizes quando nossos desejos são realizados e infelizes quando não o são [4]. A experiência nos mostra que, em regra, desejamos o maior grau possível de felicidade - um estado em que todos os nossos desejos são satisfeitos - e que temos cada vez mais desejos {118-120 [5]}.

Na verdade, nossa felicidade não depende necessariamente de bens materiais ou objetivos: depende, fundamentalmente, de nossos desejos. Se estes são satisfeitos, seremos felizes. Caso contrário, não. {88} [6].

Se nossos desejos são poucos, ou facilmente realizáveis, não é tão difícil ser feliz. Na verdade, quem nada deseja não tem como ser infeliz, pois não terá nenhum desejo frustrado ou contrariado. O asceta, definido como aquele que conscientemente procura reduzir seus desejos a um mínimo, é, devemos presumir, tanto mais feliz quanto menos deseje [7] {118}.

É preciso registrar, também, que há uma relação estreita entre, de um lado, felicidade e, de outro lado, conhecimento e imaginação. Imaginação - ou, talvez seja melhor dizer, entre felicidade e ausência de conhecimento e imaginação. E isto por uma razão simples: não podemos desejar aquilo de que não temos conhecimento ou que somos incapazes de imaginar. Só o (de alguma forma) conhecido ou imaginado pode ser objeto de desejo. Assim sendo, quem ignora e é incapaz de imaginar as várias possibilidades que a vida oferece tem seus desejos circunscritos por sua falta de conhecimento e imaginação, e pode, por causa disso, ser mais feliz do que quem muito conhece ou é capaz de imaginar e, em conseqüência disso, muito deseja, mas não tem como satisfazer seus desejos [8].

Se você não sente nada ao ver um touro sangrando me exclua do seu Facebook…

… do Orkut, do Badoo, do LinkedIn, do Google+, do Twitter…
Pois é, rola na internet, mais precisamente no Facebook, onde começou, uma campanha virtual anti-tourada, isto é, contra o sofrimento e morte dos touros. Mostrando uma foto triste, muito triste – como estas abaixo – a intenção patente é chocar mesmo. Chacoalhar as consciências. Sacudir as opiniões.
É inadmissível e intolerável que em pleno século XXI ainda haja gente (humana?) que se compraza com o sofrimento dos animais, e ainda pague para assistir!?
É importante lembrar, dentro do contexto contrário ao sofrimento dos animais, de outros deprimentes e sádicos espetáculos como as rinhas, de galos, de cães…
Faça alguma coisa, por menor que lhe pareça.



quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Papel higiênico eloquente...

Imagem: Cela Bottino

Boa noite! Com a canção mais cantada no mundo!

Morris Albert (born Maurício Alberto Kaisermann, 7 September 1951, São Paulo, São Paulo, Brazil) is a Brazilian singer and songwriter, famous for his 1975 hit single, "Feelings".


Juro que vi este senhor no programa Sívio Santos, acho que ainda na Rede Globo...

Condenado à morte por ser cristão


Pastor Yousef Nadarkhani, condenado à morte no Irã. 
Motivo: ele é cristão

Reinaldo Azevedo
Não há um só país de maioria cristã, e já há muitos anos, que persiga outras religiões. Ao contrário: elas são protegidas. Praticamente todos os casos de perseguição a minorias religiosas têm como protagonistas correntes do islamismo — ou governos mesmo. Não obstante, são políticos de países cristãos — e Barack Obama é o melhor mau exemplo disto — que vivem declarando, como se pedissem desculpas, que o Ocidente nada tem contra o Islã etc. e tal. Ora, é claro que não! Por isso os islâmicos estão em toda parte. Os cristãos, eles sim, são perseguidos — aliás, é hoje a religião mais perseguida da Terra, inclusive por certo laicismo que certamente considera Bento XVI uma figura menos aceitável do que, sei lá, o aiatolá Khamenei…
O pastor iraniano Yousef Nadarkhani foi preso em 2009, acusado de “apostasia” — renunciou ao islamismo—, e foi condenado à morte. Deram-lhe, segundo a aplicação da sharia, três chances de renunciar à sua fé, de renunciar a Jesus Cristo. Ele já se recusou a fazê-lo duas vezes — a segunda aconteceu hoje. Amanhã é sua última chance. Se insistir em se declarar cristão, a sentença de morte estará confirmada. Seria a primeira execução por apostasia no país desde 1990. Grupos cristãos mundo afora se mobilizam em favor de sua libertação. A chamada “grande imprensa”, a nossa inclusive, não dá a mínima. Um país islâmico eventualmente matar um cristão só por ele ser cristão não é notícia. Se a polícia pedir um documento a um islâmico num país ocidental, isso logo vira exemplo de “preconceito” e “perseguição religiosa”.
Yousef Nadarkhani é um de milhares de perseguidos no país. Sete líderes da fé Baha’i tiveram recentemente sua pena de prisão aumentada para 20 anos. Não faz tempo, centenas de sufis foram açoitados em praça pública. Eles formam uma corrente mística do Islã rejeitada por quase todas as outras correntes — a sharia proíbe a sua manifestação em diversos países.
Há no Irã templos das antigas igrejas armênia e assíria, que vêm lá dos primórdios do cristianismo. Elas têm sido preservadas. Mas os evangélicos começaram a incomodar. Firouz Khandjani, porta-voz da Igreja Evangélica do Irã, teve de deixar o país. Está exilado na Turquia, mas afirmou à Fox News que está sendo ameaçado por agentes iranianos naquele país.
Texto: Reinaldo Azevedo, 29-09-2011
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"A estupidez humana satura qualquer um."

Lícia Marques
Imagem de "cultura"
Esse MST (sem trocadilho com a coincidência das iniciais com uma sigla) trilhou mesmo "o caminho da estupidez" ao fazer o lobby da barbárie.
Podemos compreender, sem nenhum grande esforço intelectual, que as tais "corridas", os rodeios, as Farras do Boi e outras crueldades contra os touros - e os representantes de várias outras formas de vida animal - formam uma tradição sangrenta que precisa, sim, ser abolida em todo o planeta, mesmo que "minorias" as defendam/pratiquem sob qualquer pretexto, antes que esses tipos de vidas se extingam não por causa de uma proibição, mas devido à sanha assassina do ser humano travestida de espetáculo, como leões na arena do Coliseu comendo cristãos ou gladiadores se matando tranquilamente para que os romanos se divertissem, acusados de bruxaria sendo queimados nas fogueiras acesas durante a Idade das Trevas para que os sádicos de plantão comentassem os gritos, ou mesmo Tiradentes sendo enforcado, esquartejado e tendo os despojos puxados por alguns cavalos pelas ruas, para infundir no povo o terror de uma pena semelhante durante a Inconfidência Mineira.
As "minorias", felizmente, às vezes precisam mesmo ficar à sombra; a Catalunha acaba de dar um excelente exemplo de bom senso ao adotar essa medida, e justamente pela Espanha ser democrática, os adeptos das touradas respeitarão o que foi decidido.
Numa democracia, artistas se manifestam, mostrando com suas obras muitas barbaridades perpetradas em nome até da Cultura, portanto, não é preciso inventar que os touros acabarão extintos, já que eles podem ser criados para exposições, nas quais os donos continuarão a faturar muitíssimo alto com vendas e cruzamentos, por exemplo; ou o MST acredita que a agroindústria e o agronegócio vão eliminar esses segmentos de mercado em todo o mundo?
A Espanha não depende das touradas para se destacar como pólo turístico ou como democracia, pois seu povo é muito inteligente, culto, e dedicado a todas as atividades que dispensam a estupidez humana, como a História prova sobejamente.
Há esportes que geram altos riscos para os adeptos, como a Fórmula 1 ou o boxe (e eles têm a liberdade de escolha para praticá-los) mas nada que se compare a rinhas de galos, cães ou touradas, as quais nada têm de democráticas, uma vez que os pobres bichos - que não sabem nem o que pode ser uma "escolha" - desde filhotes são vítimas de violência psicológica e física durante os treinos, e muitos morrem nesses confrontos; os sobreviventes, assim que envelhecem ou começam a perder um número "X" de lutas, acabam descartados no meio de alguma estrada ou rua, e como não confiam no ser humano, muitas vezes, devido ao condicionamento, partem para o ataque; se não fosse assim, como explicar boa parte das tragédias envolvendo determinadas raças que ainda ficam estigmatizadas como agressivas, e aí sim, correm o risco de extinção?
De fato, meu amigo, cansa. A estupidez humana satura qualquer um.
E viva a Espanha! Longa vida e prosperidade ao povo da Catalunha!
Título e Texto: Lícia Marques, 29-09-2011

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Subvertendo o futuro com maquiavélicas patifarias


Valmir Azevedo Pereira
Desde que estudiosos criaram os tais de cenários, vários oráculos passaram a desvendar as possibilidades futuras e, até mesmo, programá-las. Bastava levantar as variáveis negativas e trabalhar sobre elas para obter, graças a meticulosos e bem engendrados estratagemas, o futuro sonhado.
As pitonisas do petismo não fugiram à regra.
Levanta cenário daqui, desenha cenário dali, e prognosticaram que a desmoralização das Forças Armadas estaria definitivamente alcançada até o final de 2012.
Acertaram em cheio.
Precavidos levantaram algumas hipóteses que poderiam frustrar os seus planos.
Uma, a reação interna das Forças.
Para tanto, escolheram a dedo autoridades de mando que não causariam o menor problema.
A outra foi a grita da oposição que poderia num ato de coragem unir-se contra as suas tramoias e, buscando preservar a dignidade do poder nacional, invalidar as suas trapaças.
Hipótese facilmente enfraquecida com as alianças políticas que envolveram o apoio em troca de cargos e de verbas. Galho fraquíssimo.
Um otimista aventou, timidamente, a revolta da sociedade, que como uma entidade fantasma só existe para justificar medidas que interessam ao desgoverno, do tipo “a sociedade adora a metamorfose”, “viva a nossa sucessora, a faxineira impiedosa”, e assim por diante.

O poder está atrás do trono


Oswaldo Colombo Filho
Discordo em essência daqueles que se dizem felizes pela pseudo faxina ética do Executivo, tal qual das afirmações de ser irrelevante a forma pela qual Ministros são indicados aos cargos. “Ao povo, não importa o apadrinhamento do novo titular do Ministério do Turismo, mas sim a sua capacidade e a sua honestidade na gerência do cargo que vai ocupar” (frase extraída de uma coluna de opiniões). – Isto é aposto à cidadania, tal que se fosse faxina não o seria seletiva, versaria a tudo aquilo que está sujo e que o antigo inquilino em sua iniquidade deixou. A quem tem consciência TUDO importa, pois é uma afronta coligar apadrinhamento à competência que somente se dá pela qualificação profissional, expressão técnica, acadêmica além de probidade do indivíduo escolhido. Isto é o mínimo desejável.
Não é nem mais aceitável a indicação política para Ministros das mais altas Cortes de Justiça, tais cargos deveriam ser ocupados por Juízes de carreira, com “J de Justiça maiúscula”, e para tanto já concursados e eleitos por seus pares. Hoje sequer temos Ministros que foram juízes e, portanto aprovados em concursos públicos; aliás, alguns foram reprovados mais de uma vez em suas vãs tentativas, e estão lá a dar pareceres ou a reter processos em benefício de quem os indicou. Isto não Justiça, é fruto da injustiça qualificada pelo apadrinhamento e pelo nepotismo. Vide caso do clã Sarney no STJ e que até garantiu censura ao jornal O Estado de S. Paulo; os expurgos nas cadernetas de poupanças nas mãos de Toffoli no STF; ali também estão os aposentados e o fator previdenciário. Portanto, o apadrinhamento é indefensável e se fosse capaz de algum resultado o estado do Maranhão não seria o mais miserável do país, teria deixado a muito de ser uma reles capitania hereditária. O apadrinhamento, tal qual o nepotismo, largamente difundido no Congresso, e em boa medida na cultura dos brasileiros, não faz parte do manual da competência e da meritocracia; mas sim do conchavo da politicalha, e isto sem exceção tal qual o episódio dessa indicação ao Ministério objeto do tema que sequer deveria existir.
Demostrou mais uma vez a nós, - “a parcela da nação consciente”, que temos uma pseudopresidente; pois quem mandou um dos seus assumir no feudo “Turismo”, foi o seu dono - José Sarney e com total e confesso beneplácito de Rousseff. Pior ainda é alguém acreditar que haja faxina, ou qualquer sentido de limpeza ética. Nada mudou apenas a técnica diversionista de mostrar ao público outra forma do populismo atuar. Desceram do palanque, afastaram-se do linguajar de botequim para adotar tom sóbrio e buscar o elo perdido na população mais culta que não foi adesista ao caudilho da gestão anterior e que lamentavelmente se encanta ao canto da sereia, “vislumbrando e vibrando pela faxina de peixes pequenos quando tubarões ainda mandam e desmandam no país, tal qual era antes”. Mais do que nunca, e com o fisiologismo dirigindo o país, e de forma escancarada, pode-se utilizar a histórica expressão: “O poder está atrás do trono”, e nada é aquilo que se vê.
Título, Imagem e Texto: Oswaldo Colombo Filho (enviado por e-mail)
Brasil Dignidade

A prioridade ao trabalho


Períodos de crise requerem decisões ousadas. A estagnação do mercado de emprego, por míngua da procura de trabalho (dos empregadores) e por inércia da oferta de trabalho (dos trabalhadores) precisa de ser resolvida. Os empregadores estão atolados na depressão económica e na carga fiscal, que lhes tolhe as contratações; e a força de trabalho amoleceu nas prestações sociais do rendimento social de (des)inserção e de esquemas paralelos, que, no seu conjunto, excedem frequentemente o salário mínimo, e lhe retiram a vontade de trabalhar, tal como um subsídio de desemprego demasiado longo (deveria ser reduzido a seis meses).
Portanto, parece-me bem a decisão do ministro Álvaro Santos Pereira, anunciada na RTP-1 em 26-9-2011, de colocar desempregados a receber formação, e a trabalhar, nas empresas, mediante subvenção do Estado - em vez da ociosidade e cursos ocasionais de formação one-fits... none dos centros de emprego. Falta conhecer os detalhes deste programa -  nomeadamente se é facultativo ou se a recusa do trabalhador implica cessação de subsídio -, mas à partida parece interessante.
António Balbino Caldeira, no blogue “Do Portugal Profundo


Enviado por Ari
Edição: JP

Democracia e capitalismo



“Os vícios do sistema são tão mais fortes do que a virtude dos que o praticam”.
Alexis de Tocqueville

Alexis Henri Charles Clérel, visconde de Tocqueville,
 dito Alexis de Tocqueville
Não é a primeira vez que tento definições que parecem inacessíveis. Não foi outro senão Frederick Nietzche quem disse que democracia e socialismo são sinônimos. Já anteriormente, Alexisde Tocqueville havia assinalado que “socialismo e concentração de poder são frutos do mesmo solo”. Tudo parece indicar, pois, que as democracias em nosso mundo ocidental e cristão, com exceção agora dos Estados Unidos, constituem-se na violação dos princípios em que se fundara o capitalismo, que fora o único sistema a partir do qual criou-se riqueza pela primeira vez na história.
Tal como sustentei anteriormente, que o socialismo foi a denominação que o Iluminismo deu à demagogia, não posso menos que insistir em que o capitalismo foi a denominação dada por Marx para desqualificar eticamente o sistema que ele mesmo reconheceu como gerador de riqueza. Então, vou me permitir citar Aristóteles, que há 2.500 anos definiu demagogia dizendo: “Tão logo o povo é rei, pretende agir como tal, porque sacode o jugo da lei e se faz déspota, e desde então os aduladores do povo têm um grande partido”. Tampouco posso deixar de lembrar as atinadas observações de Trasímacus, quando disse, referindo-se à natureza humana e às condições do homem na política: “Ele deve dizer nas assembléias e nas cortes judiciais o que as pessoas querem ouvir, assim eles porão o poder em suas mãos... Ele deve tomá-los pelos ouvidos antes de tomá-los pela garganta”.
Meu critério, embora possa parecer um tanto exagerado, seria de que grande parte do mundo está ao menos tomado pelos ouvidos. Tanto assim que na Europa, tal como disse The Economist, a causa da crise é o sistema de bem-estar que implica em um gasto público que consegue superar 50% do PIB e aquele que queira mudar o sistema perde as eleições. Lembremos o que se passou com Shroeder na Alemanha quando tentou mudar o sistema, e foi seu próprio partido quem o destituiu. No fundo, tal como afirmava Aristóteles, é o enfrentamento dos pobres contra os ricos e em Atenas eles também eram maioria.
Então, passando ao capitalismo temos em Marx que no “Manifesto Comunista”reconhece à sua odiada burguesia que em cem anos havia criado mais riquezas do que todas as gerações anteriores juntas (sic). Porém, eis aqui o que ele afirma em seguida: “A sociedade burguesa com suas relações de produção, gigantescos meios de produção e intercâmbio, é como um bruxo que já não é capaz de controlar os poderes do mundo sob o que chamou com seu feitiço”. Como conseqüência desta ignorância, Marx prediz que o trabalhador no mundo moderno, em vez de melhorar com o progresso da indústria, se afunda mais e mais profundamente abaixo das condições de existência de sua própria classe.

A corrida frenética do hiperpresidencialismo


Trechos do discurso do acadêmico Eduardo Portela, saudando o novo acadêmico Merval Pereira

Merval Pereira toma posse na ABL. Foto: Fábio Rossi.
Cesar Maia     
1. Há que barrar a corrida frenética do "hiperpresidencialismo", do parlamentarismo desidratado, e dos aparelhos ideológicos de Estado. A tripartição dos poderes, que foi um dia o sonho republicano, não se encontra menos abalada. Aliás, a cada dia, somos perigosamente tolerantes com a ausência de delimitação de fronteiras entre o público e o privado.     
2. São subprodutos da ciclotimia do poder, que vai desde a anorexia intelectual generalizada até o neopopulismo expansionista, na verdade o paleopopulismo, orientados e conduzidos pela propaganda enganosa. Os produtos oferecidos nas prateleiras eleitorais estão, em geral, falsificados. E porque falsificados, falsificam. É quando imaginamos oportuno recorrer à competência de algum especialista em teoria do caos. Porque a democracia brasileira vem operando no vermelho. Até quando? Não se sabe. Ela tem fôlego de gato.       
3. Democracia, mais do que um conceito, é o caminho. A morte da opinião, o controle do repertório temático, camuflado ou explícito, conduzirá inevitavelmente à parada cardíaca da democracia representativa. A própria ideia de representação vai sendo acometida pela falência múltipla dos seus órgãos. No lugar de uma sólida democracia representativa, o que se percebe é o baixíssimo nível da representatividade, a produção viciada dos diferentes poderes, apontando para a decisão dos patrocinadores, sejam eles laicos ou religiosos.        
4. A corrupção na democracia e, o que é mais grave, a corrupção da própria democracia, estimula distúrbios e transtornos de consequências imprevisíveis. Constantemente nos deparamos com a máquina insana de desmantelamento da democracia. Mas ela só se desmantela quando, insisto, a representação é ilícita, e a representatividade, ilegítima.          
5. Na outra margem do rio, aguarda a convocação da consciência emancipatória, necessariamente dialógica e múltipla, em condições de sustentar o avanço histórico. Como consequência primeira devemos pôr no lugar da assembleia de locutores desconectados, o pódio de interlocutores qualificados.           
6. A organização partidária vem sendo naturalizada, em vez de historicizada. Vai se tornando natural o uso abusivo do aparelho administrativo público, das licitações fraudadas, do lobismo desfigurado, dos discutíveis, até hoje jamais discutidos, dízimos partidários. A transparência se assemelha àquelas moedas que foram retiradas de circulação.            
7. A aceleração inóspita do Estado provedor traz, dentro de si, as ameaças do Estado autoritário, sem os benefícios do Estado previdência. Enquanto isso o país se apresenta como forte candidato à medalha de ouro na olimpíada internacional da sobrecarga tributária.
Título e Texto: Ex-Blog do Cesar Maia, 28-09-2011

Ideias para se superar a pobreza


No decorrer da história temos observado a proliferação de políticas e de medidas postas em execução para ‘combater a pobreza’. Algumas delas foram relativamente bem-sucedidas cumprindo as expectativas e outras amargamente malsucedidas causando desilusões e frustrações. As medidas de caráter estritamente distributivo têm fracassado consistentemente enquanto outras essencialmente estruturais têm apresentado bons resultados.
Foram adotadas medidas de caráter distributivo em resposta às exigências de solidariedade e, às vezes, ao mandato populista dos governantes da vez. No entanto, sua eficácia nunca foi notória já que os recursos financeiros nem sempre foram abundantes, com raras exceções. Além disso, considerou-se que estas medidas poderiam produzir efeitos colaterais prejudiciais por prescindir do cumprimento de uma obrigação ou dever, por parte dos beneficiados, que consubstanciasse o direito ao benefício. Ou seja, fomentou-se um espírito de dependência coletiva ao não se exigir qualquer esforço pessoal na obtenção de tais benefícios. Quando se escasseia a fonte de financiamento, como soe acontecer, a pobreza se acentua pelo fato do beneficiário ser incapaz de se auto-superar ao se acostumar com o estado benfeitor resolvendo sua situação de indigência.
Estas considerações parecem ter plena vigência quando são aplicadas à situação da pobreza, no caso venezuelano. Durante as últimas décadas, os sucessivos governos têm multiplicado os chamados “programas sociais” para ‘subsidiar os pobres’, redistribuindo (sic) parte da receita do petróleo. O estado tem se empenhado em construir moradias ‘populares’, em distribuir esmolas, em generalizar a "seguridade social", e em outros programas. E, com o mesmo propósito, tem feito vigir atualmente umas vinte e tantas "missões" tidas como ‘medidas especiais’. Apesar de todos estes esforços dispensados ​​pelo Estado, a situação da pobreza não melhorou. Na verdade, por um lado a pobreza foi aumentada no mesmo ritmo do crescimento demográfico e, por outro lado, houve uma piora da cultura laboral. Sabe-se que agora a ascensão social já não é obtida por "mérito", mas por "direitos", ou por se pertencer a determinados grupos sócio-políticos (Hector Valecillos).

Cheguei!... Yves Montand - Sous le ciel de Paris


Saudações, estimadíssimo leitor!
Blogando recordando Paris...
Paris, Avenue Kléber, dezembro de 2002, foto: JP

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Antoine versus Johnny Hallyday

Antoine - Ratata

Johnny Hallyday - Cheveux longs, idées courtes

Antoine. Tu te souviens?....

Antoine (Pierre Antoine Muraccioli), chanteur français, 
signant des autographes lors d'une présentation de son film sur Madagascar
à Grenoble, France. Photo: David Monniaux
Antoine na Wikipédia (em francês).
Antoine virou realizador de documentários de viagens que ele apresenta e vende no seu site.
Lembro-me das suas revolucionárias - para a época - camisas floridas. Bom, eis um clipe daquela famosa canção "Élucubrations d'Antoine"

Governo Federal – II


Peter Rosenfeld
Proponho-me a analisar alguns comportamentos ou iniciativas do Governo Federal que me estão decepcionando, como deve estar acontecendo com muitos brasileiros que gostariam que a administração fosse mais voltada para o bem do País e menos para o bem de alguns poucos apaniguados.
Não mais pode ser invocado que a Presidente Rousseff é inexperiente e ainda está em período de adaptação. Além de sua experiência anterior em governos municipais, estaduais e federal, está completando nove meses de governo daqui a poucos dias.
Então vamos lá:
1 - Nada fez para tentar excluir de nosso sistema certas enormes aberrações, que aparentemente só os que estão no governo querem e aplaudem, tais como as medidas provisórias, o foro privilegiado para u’a multidão de pessoas e as famosas imunidades parlamentares.
É claro que a mudança ou o término de alguns de tais instrumentos não dependem só da Presidência, mas esse órgão poderia – e deveria, propor sua extinção e se empenhar nisso, pois violam de maneira brutal todos os postulados de uma democracia legítima e verdadeira.
2 – DEMISSÕES DE MINISTROS - Estranhos e absolutamente falsos os pronunciamentos da Senhora Presidente sobre os Ministros que demitiu. Afinal de contas, foram demitidos por supostos procedimentos inadmissíveis como o é, entre outros, a corrupção. Ora, ao demitir os cinco primeiros, só não se pronunciou sobre o ex-Ministro da Defesa. Os outros quatro, demitidos por suposta corrupção, foram muito elogiados pela Senhora Rousseff.
Ora, se eram tão bons e sérios como disse a Senhora Presidente em seus discursos, não haveria razão para demiti-los! E foram quatro, não só um ou dois.
Igualmente decepcionante que a faxina tenha parado aí, quando se sabe que há alguns (e não são poucos) que têm pesado negativamente contra o governo. Para exemplificar, verdadeiramente danosos ao País têm sido os Srs. Haddad (Educação), Orlando Silva (Esportes), Carlos Lupi (Trabalho) entre outros.

Miguel Sousa Tavares defende as touradas!

Estava jantando na Pensão “Gabriela, Cravo & Canela”, a TV ligada na SIC, quando escutamos a benfazeja notícia da “exterminação” das touradas na Catalunha.

A Praça Monumental de Barcelona recebeu a última corrida de touros da sua história. A proibição das touradas na Catalunha entra em vigor a 1 de Janeiro. A última corrida terminou com a invasão da arena e faz as primeiras páginas de todos os jornais espanhóis.
SIC, 27-09-2011


Ainda nos regozijávamos quando ouvimos as primeiras palavras do Sr. Miguel Sousa Tavares. Pararam os garfos. Pousaram-se as facas. Olhares cruzaram-se “será mesmo??...” Mas, MST continuou, impávido, a debitar “argumentos” favoráveis à matança de touros:

terça-feira, 27 de setembro de 2011

"Ainda bem" - Marisa Monte


Confira o novo clipe da Marisa Monte "Ainda Bem" com participação do lutador Anderson Silva:


Título: Ainda Bem
Artista: Marisa Monte
Participação: Anderson Silva
Autores: Marisa Monte e Arnaldo Antunes
Gravadora: EMI
Direção: Dora Jobim
DIreção de Fotografia: Mauro Pinheiro
Edição: Thiago Arruda
Produção: Gabriela Gastal e Gabriela Figueiredo

Quem será o novo Scarface?

Estúdio Universal prepara remake de Scarface
O projeto será produzido por Marc Shmuger e Martin Bregman, que também produziu a versão de 1983
Al Pacino como Scarface, no filme de 1983, que teve direção de Brian De Palma e roteiro de Oliver Stone. Foto: Divulgação
O estúdio Universal Pictures prepara um remake de Scarface, um clássico lançado nos cinemas em 1932 que ficou famoso em sua segunda versão, de 1983, protagonizada por Al Pacino, informou nesta quarta-feira o site especializado Deadline.
De acordo com o site, a Universal manteve reuniões com diversos roteiristas para redigir uma nova história com os elementos básicos das versões anteriores, mas a empresa não considera que o projeto seja exatamente um remake nem uma continuação.
No filme de 1932, realizado por Howard Hawks, o protagonista (Paul Muni) se tornava o rei do crime de Chicago, enquanto no filme protagonizado por Pacino, seu personagem, o cubano Tony Montana, assumia o controle do narcotráfico na Miami dos anos 1980.
O projeto será produzido por Marc Shmuger e Martin Bregman, que também produziu a versão de 1983, dirigida por Brian De Palma e com roteiro de Oliver Stone.
Fonte: revista "Veja"

Os angolanos conseguirão se livrar dos (novos) suseranos (seus compatriotas)?


Jovens angolanos protestam contra o regime pela sexta vez desde Março
Joana Gorjão Henriques
Os jovens activistas que têm estado a pedir a deposição do Presidente José Eduardo Santos vão hoje voltar a sair à rua. Uma marcha estava marcada para hoje, às 9h – parte do cemitério da Santa Ana e segue em direcção à Praça da Independência em Luanda – para pedir a libertação dos 18 detidos numa manifestação a 3 de Setembro. É também uma marcha pelo direito à liberdade de expressão e, inspirada na Primavera Árabe, contra os 32 anos de governação de José Eduardo Santos.
É impossível prever o que hoje vai acontecer nas ruas de Luanda. A polícia pode, à última hora, deter os manifestantes e “parar” a marcha. Há um braço-de-ferro sobre o local da manifestação. O Governo Provincial de Luanda (GPL) definiu na semana passada locais específicos – fechados – para manifestações; os manifestantes querem fazer uma marcha. O advogado dos detidos, William Tonet, diz que a ordem do GPL é ilegal.
Difícil de prever ainda é o número de pessoas que vai aparecer no sexto protesto organizado por jovens apartidários, que não têm um nome, não têm líder, não estão centralizados e não se sabe quantos são. Muitos aparecem espontaneamente nos protestos, dizem. Apesar de várias fontes confirmarem que este movimento de contestação ao Governo é cada vez maior, os números de participantes nas manifestações são contraditórios – há quem fale de poucas centenas e há quem refira até um milhar.
Finalmente, é uma incógnita saber quantos angolanos subscrevem as palavras de protesto dos jovens.
Texto: Joana Gorjão Henriques, Público, 25-09-2011
Foto: Miguel Madeira/Público
Continuemos, lendo Lara Pawson no "The Guardian":
Students are rattling Angola's regime
Protests on the streets of Luanda show that young people are increasingly willing to speak out against the ageing government.
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Futebol Clube do Porto: 118 anos!




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“Ofereci 500 mil contos pelo Pinto da Costa”

Maria Ana Barroso e Tiago Freire  
Conhecido benfiquista e presença assídua no estádio da Luz, o empresário chegou a lançar uma OPA sobre a Benfica SAD.
Berardo diz que não quer ser presidente do clube e revela que chegou a tentar "roubar" Pinto da Costa ao Porto.
Joe Berardo, foto: revista "Invest", setembro de 2008
Como investidor e adepto do Benfica, está satisfeito com o que tem visto este ano?
O Benfica é o que mexe mais comigo. O que eu sei é que aquilo é uma máquina muito complicada. Mas é o único desporto internacional que consegue comprar jogadores. Há dinheiro para tudo. Eu quero que o Benfica ganhe. Eu não domino se aquele jogador é melhor que o outro. Se formos sempre nós a ganhar eu não me importo.
Tem o sonho de alguma vez vir a ser presidente do Benfica?
Nunca quis. Mesmo quando eu fiz a OPA, eu não queria. Aquilo é uma escravatura que não faz ideia. Não há tempo para a família, não há tempo para nada. É preciso um talento especial para aquilo. O melhor é o Pinto da Costa.
Como pode dizer isso, sendo benfiquista?
Quando aqui há uns anos eu tinha o Record, eu ofereci-lhe 500 mil contos pelo passe dele, para um contrato a cinco anos. Era a única maneira de "lixar" o Porto. Ofereci. Se se compram passes de jogadores, de treinadores, porque é que não se há de fazer o mesmo com presidentes? Ele vinha para o Benfica e depois logo se via o que se fazia com ele. Os jogadores também não estão sempre em campo. Ele sabe disso. Ele fala sempre nisso.
Título e Texto: Maria Ana Barroso e Tiago Freire, Jornal de Negócios, 27-09-2011
Edição: JP

O taxista carioca e o Major Melo Maluco

Foto: Homem Pássaro, Ubá/MG, retirada daqui
José Vasconcelos, no auge da forma, e o caso do taxista carioca que descobre porque o Major Melo (que viria a ser Ministro da Aeronáutica) era conhecido como Melo Maluco (que o Jô lê errado na anotação como "Meio" Maluco...).

Do canal do Youtube de 
Enviado por Julio Caixeiro
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Procura-se um aviador (Temeia)

Geopolitical Journey: Iran at a Crossroads


Kamran Bokhari
Geopolitically, a trip to Iran could not come at a better time. Iran is an emerging power seeking to exploit the vacuum created by the departure of U.S. troops from Iraq, which is scheduled to conclude in a little more than three months. Tehran also plays a major role along its eastern border, where Washington is seeking a political settlement with the Taliban to facilitate a U.S. withdrawal from Afghanistan.
The Islamic republic simultaneously is trying to steer popular unrest in the Arab world in its favor. That unrest in turn has significant implications for the Israeli-Palestinian conflict, an issue in which Iran has successfully inserted itself over the years. The question of the U.S.-Iranian relationship also looms — does accommodation or confrontation lie ahead? At the same time, the Iranian state — a unique hybrid of Shiite theocracy and Western republicanism — is experiencing intense domestic power struggles.
This is the geopolitical context in which I arrived at Imam Khomeini International airport late Sept. 16. Along with several hundred foreign guests, I had been invited to attend a Sept. 17-18 event dubbed the “Islamic Awakening” conference, organized by the office of Supreme Leader Ayatollah Ali Khamenei. Given the state of Iranian-Western ties and my position as a senior analyst with a leading U.S.-based private intelligence company, the invitation came as surprise.
With some justification, Tehran views foreign visitors as potential spies working to undermine Iranian national security. The case of the  American hikers jailedin Iran (two of whom were released the day of my return to Canada) provided a sobering example of tourism devolving into accusations of espionage.
Fortunately for me, STRATFOR had not been placed on the list of some 60 Western organizations (mostly American and British think tanks and civil society groups) banned as seditious in early 2010 following the failed Green Movement uprising. Still, the Iranian regime is well aware of our views on Iranian geopolitics.
In addition to my concerns about how Iranian authorities would view me, I also worried about how attending a state-sponsored event designed to further Iranian geopolitical interests where many speakers heavily criticized the United States and Israel would look in the West. In the end, I set my trepidations aside and opted for the trip.