sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Islão e Sharia - Pastor Nadarkhani

País: Irão
Nome: Yousef Nadarkhani
Crime: Recusa em abjurar o cristianismo
Pena: Morte
Yousef Nadarkhani, sua esposa e e filhos. A foto foi divulgada por Organizações Religiosas
O pastor Nadarkhani é apenas um entre as centenas de condenados à morte, no Irão.
Uso aqui o seu caso, para dar uma ideia aos leitores, do estatuto dos infiéis e apóstatas, nos países islâmicos e ajudar a demolir o mito da "tolerância islâmica" e do islamismo como "religião da paz".
O Irão, sublinhe-se, está apenas a aplicar literalmente a lei islâmica, deduzida do Corão, e da Sunna.
Há versículos no Corão que são absolutamente claros nesta matéria e nenhum país cuja lei se fundamente na sharia, pode deixar de os considerar.
O Islão tem regras claras para tratar os fiéis de outras religiões:
1.Os povos do livro  (judeus e cristãos), têm três opções: ou se convertem, ou pagam um tributo e vivem sob um estatuto subordinado (denominado "dhimmitude", uma espécie de apartheid), ou morrem.
2.Os fiéis de outras religiões, ou se convertem ou morrem.
3.Os apóstatas, aqueles que abandonam o Islão, regressam, ou morrem.
Isto é o que diz a lei, preto no branco e nenhuma das 4 escolas jurídicas do Islão, nem sequer a Hanafi, considerada a mais "moderada", se desvia destes preceitos.
O padre Nadarkhani foi considerado apóstata por um tribunal islâmico, não porque tenha alguma vez sido muçulmano, mas porque na sua ascendência, apurou-se, existiram muçulmanos. Assim sendo, não lhe assiste o direito de ser cristão e viver num estatuto de dhimmitude, tendo de ajurar a fé cristã e regressar ao seio do Islão.
Como se recusou a fazê-lo, irá ser executado.
O que é inteiramente legal, segundo a lei islâmica, e éticamente correcto, segundo os valores islâmicos.
Para nós, é ilegal e errado, o que dá uma ideia do brutal choque civilizacional e da radica impossibilidade de integrar o Islão na cultura ocidental, como desejam alguns arautos do multiculturalismo.
Texto: O-LIDADOR, 29-09-2011, no blogue “O triunfo dos porcos
Recebido de Ari

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