terça-feira, 20 de setembro de 2011

TODOS JUNTOS CONTRA A CORRUPÇÃO, NA CINELÂNDIA, NESTA TERÇA, A PARTIR DAS 17h

Cinelândia, 26 de junho de 1968. Foto: AD
Está prevista para esta terça-feira, no Rio, a manifestação “Todos Juntos Contra a Corrupção”, a partir das 17h, na Cinelândia.
É IMPORTANTE DESTACAR QUE QUEM DEU LARGADA AO PROTESTO É GENTE COMUM, QUE NÃO É LIGADA A PARTIDOS NEM REPRESENTA ENTIDADES.
A manifestação de hoje conta com o apoio da OAB, da ABI e da ONG Contas Abertas. Apoio, neste caso quer dizer que essas entidades endossam a manifestação - nada além disso. E, como sempre digo tudo, então lá vai: a OAB e a ABI entram tarde nos protestos, não é mesmo? Em outros tempos, já teriam botado a boca no trombone. Ok. Antes tarde do que nunca. Mas quem senta na janelinha é o “povo”.
Faço esse registro para deixar claro que os protestos que estão pipocando no país não dependem de grifes para acontecer. Melhor assim!
Reinaldo Azevedo


Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Somos todos soldados, armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a história na mão
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Aprendendo e ensinando uma nova lição
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Edição: JP

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