terça-feira, 27 de setembro de 2011

O taxista carioca e o Major Melo Maluco

Foto: Homem Pássaro, Ubá/MG, retirada daqui
José Vasconcelos, no auge da forma, e o caso do taxista carioca que descobre porque o Major Melo (que viria a ser Ministro da Aeronáutica) era conhecido como Melo Maluco (que o Jô lê errado na anotação como "Meio" Maluco...).
Enviado por Julio Caixeiro
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9 comentários:

  1. Olha, na verdade a história é falsa. Mello Maluco foi coronel de 1944 a 1948, quando não havia Opalas, e Antônio Artur Braga só entrou para a FAB em 1952: impossível ser major quando Mello era coronel. Mas a história bate direitinho com o perfil dos dois, e Braga realmente arrepiava no T-6. Conclusão: provavelmente uma história verdadeira que chegou toda distorcida a nossos dias.

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    1. Na verdade, ele ficou na aeronáutica até 1956. Ele era Tenente Coronel Brigadeiro.

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  2. E o primeiro Opala data de 1968....

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  3. Provavelmente uma história parecida tenha ocorrido com outros personagens, mas ficou imortalizado pela genialidade de José vasconcelos

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  4. Comentários estrupidos, o carro da piada era atualizada de tempos em tempos para manter atual o suspense cômico, se ele falasse que o carro era um Prefect ninguém saberia do que ele estava falando...

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  5. Entre tapas e beijos, mortos e feridos, beliscões e pernadas, José Vasconcelos fez de uma historiazinha besta, um clássico do bom humor e encantou gerações. Passou a vida toda trazendo para nós momentos de riso franco e entretenimento acima de qualquer suspeita Se o cara da piada era coronel, tenente, soldado tábua rasa, estafeta, não importa. Se o carro era um Opala, Gordini, karmann Ghia Fusca, também não faz diferença. Para o José Vasconcelos, o motorista de taxi, a patente do cidadão, o carro, nada disso interessava ao artista. Devemos ter em conta ou levar em observação, que ele, de uma merda, fez um clássico que se eternizou. É o caso dos dois velhinhos que se hospedaram num hotel no Rio de Janeiro no momento em que todas as luzes da cidade se apagaram. O velhinho recebeu uma vela das mãos do gerente e, na hora de dormir, não conseguia apagar a velha, digo, a vela. Imagine se o José Vasconcelos fosse levar em conta qual a vela que o gerente entregou ao idoso. Seria aquelas de sete dias? A branca comum? A branca perfumada?, A vermelha, sabor frango de macumba? Galera, que diferença faz a marca da dita? Temos várias no mercado veleiro. Vou citar algumas: Arcanjo, Ilumina bem, Santa Rita, Votiva, Tudo Claro, Só apaga no Assopro, Dura de queimar, Pimpinela bruxuleante, e as duradouras Papa da Ponta Grossa, fabricadas diretamente em Roma, pela santa e púnfica Sé. O cômico não se resume em bobagens. A magia está na criatividade do artista. Tenho dito.
    Aparecido Raimundo de Souza
    da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro

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  6. Em acrescento: a mim me parece que a placa do Opala não é a que o José Vasconcelos faz referência. E alguém sabe precisar qual era o nome do motorista? Deve ser um cara conhecido, pois se manifestou, na época dizendo que colocaria um banheiro em seu Opala.
    Aparecido Raimundo de Souza
    da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro.

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