terça-feira, 12 de outubro de 2021

[Aparecido rasga o verbo] Gatos espelhados versus jacarés famintos

Aparecido Raimundo de Souza

O BRASIL NÃO MUDA. E por que não muda? Porque está falido. E por que está falido? Porque faz tempo, anda arrebentado, derrocado, solapado e dilapidado. E como explicar tais debilidades? Simples! Por causa dos vigaristas e tartufos, dos filauciosos e trapaceadores que vivem às nossas expensas em Brasília, ou mais precisamente nas pocilgas e esterqueiras conhecidas  como Senado, Câmara, Congresso, Ministério ‘disso e daquilo’, entre outros puteiros e enxurdeiros de portes parecidos.

O que muda nestas casas de protituição pública é somente  o nome. Se fosse feito um levantamento tipo ‘pente fino’, chegaríamos à conclusão que TUDO, NO TAL BERÇO DAS GRANDES DECISÕES NACIONAIS, NÃO PASSA DE FARINHA DO MESMO SACO. O Brasil está no mato sem cachorro,  senhoras e senhores,  decaído, sucumbido,  em face dos almofadinhas que vivem em mansões riquíssimas à beira do paradisíaco Lago Paranoá. Hoje, bem poderia ser mudado para algo mais camalioso, como  Largo Paranoiá, por exemplo.

O Brasil está até o pescoço, atolado numa fossa cheia de merda por causa dos gatunos e larápios, dos punguistas  e ratoneiros  que se dizem e se postam de parlamentares, grosso modo, se apresentam e se ostentam falsamente como NOSSOS REPRESENTANTES.  Percebam que tais aberrações ficam bonitas nas fotos. Falam bem, têm respostas para quaisquer tipos de perguntas. Tudo acontece em decorrência da nossa burrice cavalar e, claro, também da encapelada imbecilidade  e desmoralização que o país inteiro, de canto a canto, atravessa.

Os endeusados do Epicentro (por conta da nossa embriaguês viciante e crônica, dos nossos braços cruzados), aproveitam a oportunidade para fazerem e desfazerem de nós, agindo a bel prazer dos seus mais insâneos distúrbios e demências. Se o povo fosse coeso, unido, afiado, forte, safo e esperto, e, logicamente seus filhos não passassem de bandos de paus mandados, de  quadrilhas de boçais e broncos, que vão para às ruas promoverem badernas  e funçanatas, travessuras e frescuras sem pé nem cabeça, o Brasil sairia da rejeição e do negativismo.

Se o povo largasse das patacoadas e esbórnias, das farras e pândegas  que não levam a nada,  quixotadas que servem apenas para emporcalharem de bosta-cocô bem fedorenta o Brasil-latrina do mundo, teríamos, certamente, um país mais ordeiro e sóbrio, mais  prudente e metódico. O Brasil, senhoras e senhores, nada mais é que o cagadouro do mundo, com todas as letras. Ao contrário, batendo na mesma tecla, se o povo tivesse a visão do que é certo e errado, se mostrasse a cara, na bucha, no tetê-à-tetê  com mais coragem e destemor, os ‘bons-viventes’, os párias, as biscas e lambusgóias debandariam, com seus rabos entre as pernas.

Mesmo pé, se a sociedade fosse mais austera e  rigorosa,  mais azeda e  conspícua, distinta e operante, perceberia que a CPI DA COVID (COMISSÃO PARA ALIMENTAR IMPOSTORES)  não passou de uma grandiosa e grotesca charlatanaria, usque um engodo armado num picadeiro imenso, onde os palhaços, os bufões, os Carequinhas e Arrelias,  foram, ou melhor, continuam sendo  todos nós, sem distinção de sexo, raça, cor, idade, credo, discriminação por orientação sexual, enfim, babacas de carteirinhas apelidados de BRASILEIROS.

O que a ilustre cambulha da CPI da Covid-19 (de vadios e vagabundos, comedores do dinheiro público com seus narizes em pé) gastou com as sessões pitorescas e hollywoodianas, mandando prender uns e outros, quebrando sigilos telefônicos, bancários, etc., etc., daria para não deixar faltar o primordial, a saber: respiradores, leitos hospitalares, nos rincões mais distantes, oxigênio para pacientes internados, insumos para fabricação de vacinas, bem ainda arrancaria a saúde enferma da UTI, do caos, do vermelho, do atoleiro, aparelhando os hospitais públicos, e, sobretudo, não deixando mais de seissentas mil vidas  terem se perdido.

Percebam, senhoras e senhores, levem em conta que nenhum dos partícipes, ou dito de forma mais ampla, todas as desgraças todos os cânceres da tal CPI DA COVID-19 passaram ao largo e sequer chegaram a ser agraciadas com o virus da doença maléfica,  que nem Papai do Céu saberia dizer exatamente de onde veio. Até hoje, pasmem, paira uma dúvida intrigante, qual seja, a origem, o ninho, os pais biológicos, da Covid-19 entre nós. É um mistério insondável, assemelhado aos desmatamentos e as queimadas na Amazonia, tanto ou pior que os desplantes e as desfaçatezes dos urubus-excelências que abundam no STF, ou Superior Tribundal de Fanfarrões, se preferirem, de Falcatruas.

Quando tudo isto vai mudar? Sinceramente? Senhoras e senhores, NUNCA! E por que nunca? Sempre a porra dos porques, porques  em evidência constante! Ponderem: enquanto não pontofinalizarem os conchavos, cessarem as mordidas  e dentadas, as sujeiras sendo empurradas para debaixo dos tapetes riquíssimos,  enquanto falar mais alto o lixo, a sujeira, a safadeza, a pouca vergonha, a falta de pudor, resumindo  enquanto não vierem ao rés do chão as libertinagens, as devassidões, as imoralidades, os servilismos degradantes amplamente difundidos e legalizados entre os vermes e as escórias que nos representam... vamos abrir um parêntese: ‘representam’, não seria bem a palavra certa, ou o termo correto, o Brasil continuará pequeno, caminhará breviloquente, amarrado, amordaçado e encarcerado.  Parêntese fechado.

O Brazil, caros leitores, vai seguir falido, compendioso,  derrocado, curto, dilapidado, se arrastando, mirrado, insignificante, cagado e mijado, cheio de surpresas e espantos desgradáveis, como um Caldeirão do Luciano Huck, perdão, do Marcos Mion, onde, a cada novo programa que vai para o ar, só nos cabe e nos resta a satisfação duvidosa de vermos e assitirmos  as derrocadas, os cataclismos, os enfraquecimentos e os definhamentos cada vez mais acentuados de um Brasil que têm tudo nas mãos para deslanchar e ser um país gigante e galalau, corpulento e de primeiro mundo.  Onde, realmente prevaleça um Estado Democrático de Direito a a Constituição não seja literalmente usada para os limpamentos de trocentas bundas e traseiros. 

Título e Texto: Aparecido Raimundo de Souza. De Ribeirão Preto, interior de São Paulo. 12-10-2021

Colunas anteriores: 
Como portal para outra dimensão 
Hora do rush 
[Aparecido rasga o verbo] Pivô 
Três por quatro 
Na cumeeira do telhado 
Complicações do primeiro dia
 

Um comentário:

  1. Poisé não passamos de frauda geriátrica para guardar as cagadas destes porqueira que são os poderosos de capa preta não somos brasileiros somos apenas fantoche nas ruas sendo manipulados por minoria e temos medo de perder o que não né nosso kkk não temos nada pô aí vem um monte de babaca dizer vai cortar isso vai cortar aquilo e nós se abraçamos né apenas choramos vergonha em ter que carregar um monte de porcos nas costas nosso Brasil virol uma possilga fazem suas cagadas e temos que vim atrás tentando limpar não as bundas deles e sim o caminho que percorre eles são os super homens que usam capa preta para decidir se voam ou nos matam como vamos parar estes malas sabemos a cripitonita deles o tão sonhando paraíso fiscal cambada de salafrário nós já estamos virando pinico para eles defecarem em nós em pleno vou devemos tomar vergonha na cara pois somos pior que as pobre coitas da vida que toma tapa na cara em cada esquina para levar um trocado para casa no final do dia somos pior que porcos nos seu chiqueiro que quando chega a lavagem já estamos brigando pôr ela enquanto vivermos comendo resto destes super homens não sairemos desta possilga eu creio que um dia o gigante acorda mas temos que ter cuidado pois já estamos de pés e mãos amarradas para tornar a cairmos por terra mas somos brasileiros somos guerreiros nato honrarmos com nossas batalha insanas tentando destruir um inimigo que nos mesmos criamos mas sabemos qual a cripitonita que podemos destruir os capaz pretas .estes caras não passam de urubus a comer carniça que eles mesmo matam com seus furtos as claras mas na realidade os culpados somos nós porque permitimos eles no poder enquanto alimenta um porco com lavagem belê vai comer lavagem se tratar com farelo ele vai comer farelo assim fazem com o povo estes senhores do mundo abolição da escravatura kkkk agora não btem mais cor para ser escravizado neste mundo somos apenas fantoche da sociedade ipocrita com seus Lucho esmagadores que pisam em nós por Bel prazer apenas para nós ver implorar um pouco de ração enquanto nós ficarmos nas esquina tomando tapa na cara e voutando pra casa com algum trocado besta bom pior e ficar na esquina morto ou morta para bom entendedor fica fácil saber de que bse trata a esquina ...ASS.Erivaldo Alvarenga

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