sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Anvisa desmente declarações de Doria sobre CoronaVac

Bruna de Pieri 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), desmentiu declarações do governador de São Paulo, João Doria [foto], de que a Coronavac estaria sendo avaliada nos Estados Unidos, na Europa e Ásia. 

Conforme noticiou o Terça Livre, o tucano disse que pretende liberar a aplicação da vacina chinesa mesmo sem a aprovação da Anvisa. 

Pouco depois das declarações do tucano, a Agência emitiu nota esclarecendo que a vacina não está sendo testada nos EUA e na Europa. 

“A vacina CoronaVac está sendo testada na China, na Turquia, na Indonésia e no Brasil”, pontuou a Anvisa. 

O órgão também reiterou que, apesar das afirmações do governador de que a vacina esteja na “fase final”, o Instituto Butantan não entregou o resultado de nenhuma fase de pesquisa clínica com seres humanos. 

“Até o momento, a Anvisa recebeu somente dados pré-clínicos, que são dados anteriores aos testes com seres humanos, ao contrário do que foi afirmado, de que dados referentes à fase 3 já haviam sido entregues”, diz a nota encaminhada ao Terça Livre. 

“O registro de vacinas pela Anvisa tem como objetivo garantir à população brasileira que os requisitos técnicos necessários à fabricação e ao uso em massa da vacina sejam cumpridos”, diz ainda o texto. 

Leia a íntegra:

[Aparecido rasga o verbo] Mala sem alça

Aparecido Raimundo de Souza 

— BOM DIA:
— Bom dia. Em que posso ajudar? 
— O senhor ainda compra objetos antigos? 
— Sim. Este é o meu ramo. 
— Tenho uma mesa com quatro cadeiras. 
— Teria como dar uma olhada? Trouxe fotos, ou filmou os objetos? 
— Não, senhor. Fiz melhor. Trouxe no meu carro. Quer dar uma olhada? 
— Só se for agora. Onde está o seu automóvel? 
— Aqui ao lado. 

O dono do topa tudo levantou da sua mesa cheia de quinquilharias e acompanhou o futuro cliente. Cresceu, claro, os olhos, quando viu a que a mercadoria estava em boas condições: 
— Quanto quer? 
— Diga o senhor. 
— Não posso ‘botar’ preço nas bugigangas que meus clientes aparecem por aqui querendo negociar. 
— Pensei em duzentos reais. 
— Dou cem reais. 
— Não dá para melhorar o preço? 
— Amigo, Cento e quarenta e cinco reais e não se fala mais no assunto. 
— Nem eu, nem o senhor: Cento e cinquenta reais. 
— Fechado. 
— É toda sua. 

*** 

— Pois não? Posso ajudar? 
— Estou vendendo um rádio de pilha e a bateria. 
— Se eu puder ver o aparelho...
O cara colocou uma sacola de supermercado sobre a mesa, a mesma, aliás, a única, repleta de pequenas antiguidades: 
— Quanto quer? 
— Cinquenta reais. 
— Vinte e cinco. 
— Fechado. O radinho é seu. 

*** 

Entrou um jovem bem apessoado, de terno e gravata: 
— Olá! 
— Bom dia. Posso ajudar? 
— Acho que sim. Ia passando quando vi no seu anúncio, ali fora, que o senhor compra qualquer coisa? 
— Verdade. O que o amigo tem para negociarmos? 
— Um troço bem usado. E bem velho também. Do tempo que nossas avós andavam de patinete de uma roda só. 
— Ok. Diga ai o que é. 
— Tenho certeza que o senhor não tem aqui. Pelo menos, na rápida olhada que dei... 
— Ta bom. Diga o que é. E o preço. Quem sabe não fechamos negócio? 
— Caso o senhor não queira comprar, poderá trocar comigo numa televisão, estante, ou aquele guarda-roupas ali, ou a geladeira. Enfim... Faço qualquer coisa... 
— Tudo bem, meu amigo. Só preciso saber o que é que o senhor tem para barganharmos e o valor pretendido. 

Novo caminho

Nelson Teixeira 

Você tem se esforçado, se dedicado, e agora está tentado a ficar desanimado pois parece que nada tem acontecido. 

Não faça isso, você não chegou tão longe assim para desistir agora. 

Afaste-se um pouco dessa confusão e olhe para as circunstâncias de uma outra perspectiva. É assim que você conseguirá observar melhor o que está acontecendo e encontrará uma solução, uma oportunidade, um novo caminho. 

O sobrenatural acontece quando ampliamos a nossa visão. 

Se ficarmos no caminho que estamos seguindo sem perspectivas e não mudarmos, seremos sempre os mesmos. 

Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 27-11-2020

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

LIVE de Jair Bolsonaro, 26 de novembro (Ótima!)

FC Porto vence em Marselha e fica a um ponto dos oitavos de final da Champions

Zaidu e Sérgio Oliveira assinaram os golos do FC Porto em Marselha (2-0) na quarta jornada do Grupo C da Liga dos Campeões

O FC Porto deu um passo importantíssimo rumo aos oitavos de final da Liga dos Campeões ao vencer nesta quarta-feira o Marselha (2-0), no Stade de Marseille, em França, na quarta jornada do Grupo C. Numa noite emotiva, Zaidu (39m) [foto] e Sérgio Oliveira (72m), de penálti, foram os marcadores de serviço num triunfo que tem obviamente uma dedicatória especial. Com este resultado, a duas jornadas do fim desta fase de grupos, o FC Porto soma nove pontos, menos três do que o líder Manchester City e mais seis do que o terceiro classificado, o Olympiacos.

Foto: AFP

Numa noite de comoção para a família portista e para o futebol mundial, face aos falecimentos de Reinaldo Teles e Maradona, Marselha e FC Porto estiveram longe de proporcionar um grande espetáculo de futebol durante os primeiros 45 minutos, nos quais se lutou bem mais do que se jogou. À passagem do primeiro quarto-de-hora, Germain testou os reflexos de Marchesín e o guarda-redes internacional argentino do FC Porto respondeu à altura, tal como Mandanda perante o remate forte de Zaidu à entrada da área (37m), mas o reencontro entre ambos teria um desfecho diferente.

Na sequência de um canto batido por Sérgio Oliveira, Marko Grujic subiu mais alto do que toda a gente e cabeceou contra as costas de um jogador do Marselha, mas a bola sobrou caprichosamente para Zadiu. O lateral-esquerdo do FC Porto, em plena pequena área, ainda permitiu uma defesa ao guardião francês, mas à segunda não perdoou e estreou-se a marcar com a camisola do FC Porto em plena Liga dos Campeões (39m). Os Dragões de Sérgio Conceição continuam a ser particularmente fortes nos lances de bola parada e foi assim que chegaram ao 1-0 registado ao intervalo.

E a (triste) novela continua… Vasco pede na Justiça a realização de nova eleição em 12 de dezembro

O Vasco da Gama foi à Justiça e pediu a realização de uma nova eleição, a terceira, no dia 12 de dezembro

Anderson Montalvão 

Em petição assinada pelo vice-presidente jurídico Roberto Peres Fernandes e os advogados Bruno Pinheiro Barata e Rafael Cabral Macedo, o Vasco propôs ao desembargador Camilo Ruliére, responsável pela decisão que garantiu a eleição presencial do último dia 7 – depois suspensa em decisão do STJ, que caiu no último 14 -, a realização de um terceiro pleito no clube. A data sugerida pelo clube é 12 de dezembro. O Uol publicou a notícia primeiramente. 

O presidente do Vasco, Alexandre Campello [foto], desta maneira entra na disputa entre os candidatos, que tentam validar, cada um, sua eleição na qual saíram vencedores. No dia 7 de novembro foi realizado um pleito presencial, em São Januário, e sete dias depois houve um unicamente online, com possibilidade de voto em computadores na sede do Calabouço, no Centro do Rio de Janeiro.

Foto: Rafael Ribeiro/Vasco da Gama
Luiz Roberto Leven Siano reagiu e criticou Campello, sugerindo aliança com Jorge Salgado, da “Mais Vasco”. Ele foi o mais votado no pleito presencial, enquanto Salgado terminou como primeiro colocado na eleição on-line, na qual teve como adversário apenas Julio Brant. 

– Máscaras caíram. Unidos contra a democracia, a vontade das urnas e a esperança dos torcedores. Unidos em favor da canalhice, da mesmice, do atraso e do continuísmo. Suas faces e seu caráter estão expostos diante de milhões. Para o tremendo azar de vocês, confiamos na Justiça – reagiu Leven Siano em sua conta no Twitter. 

Por considerar que ambas os pleitos estão “manifestamente contaminados e viciados por questões que não são passíveis de serem sanados neste momento”, o Vasco sustenta o argumento de que um terceiro pleito é o mais justo para o momento. 

[Diário de uma caminhada] Jaime Nogueira Pinto, Homem de Direita (3)

«O homem de direita, porque é mais um leitor de História do que um produtor ou auditor de Retórica, vê o processo de civilização não como um dado natural e adquirido, sincronizado com o andar dos tempos e o progresso das ciências e das técnicas, mas como uma conquista difícil, contínua, sem descanso; uma conquista em que os humanos vão forjando laços de solidariedade, aceitando e impondo hierarquias e disciplinas, mandando e obedecendo, sacrificando o imediato para capitalizar, pensando mais no passado e no futuro do que no presente. E também a memória comum das gerações, das suas vitórias e dos seus trabalhos, para erguer as muralhas que defenderam as cidades, para trocar os arados pelas espadas, para fazer das florestas, esquadras, para forjar do ferro os canhões e as lanças, para criar e impor as leis, deste e do outro lado dos oceanos. 

E que só depois de tudo isto – e também por isto – veio a civilização, no seu sentido de arte do bem viver, da vida boa (…). (…) 

Para o homem de direita não há predestinação nem garantias asseguradas, nos reinos deste mundo, desses valores que definem a civilização – o cosmos – e a separam da selva – do caos. (…) 

É por isso, também, que o homem de direita acredita na necessidade da ordem, das leis, das instituições, das regras de disciplina, na necessidade do Estado e do poder político, como ordenadores da vida social, como árbitros e garantes dessa ordem que nasce à volta dos homens integrados e identificados nos valores: como cidadãos de uma pátria; como membros de uma família; como criadores e como produtores; como sonhadores de outros mundos até. Mas nunca de um homem abstrato, categoria de bom selvagem adâmico e politicamente correto a quem tudo é dado, devido e permitido e nada é exigido.» 

(Jaime Nogueira Pinto, A direita e as direitas, Lisboa, Bertrand Editora, 1995/2018, pp.75-77.) 

Título: Gabriel Mithá Ribeiro, Vice-Presidente do CHEGA!, 26-11-2020 

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Itamaraty reage à declaração da embaixada chinesa

‘Não cabe à embaixada da República Popular da China opinar sobre interesses e aspirações da sociedade brasileira’, afirma Itamaraty

Artur Piva 

Na quarta-feira 25, o Ministério das Relações Exteriores enviou uma nota à Embaixada da China repelindo as manifestações consulares chinesas feitas através das redes sociais. O episódio aconteceu depois que o país comunista fez ameaças ao governo brasileiro por uma declaração dada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) [foto] no Twitter. 

Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Em nota, a reação do Itamaraty deixa claro os limites em uma democracia. “Não cabe à Embaixada da República Popular da China opinar sobre interesses e aspirações da sociedade brasileira”, reagiu. “O Brasil é um país democrático, com plena separação dos poderes, vigência do Estado Democrático de Direito e liberdade de expressão. Espera-se que a Embaixada da República Popular da China, em suas manifestações, respeite esses fundamentos do ordenamento constitucional brasileiro.” 

Tuíte de Eduardo Bolsonaro

Na segunda-feira 23, o deputado Eduardo Bolsonaro fez um tuíte comentando o apoio do governo brasileiro à aliança Clean Network — em tradução livre, Rede Limpa — criada pelo presidente norte-americano Donald Trump. Na mensagem, o parlamentar destacou que a iniciativa do governo dos Estados Unidos visa um serviço de envio de dados em 5G seguro e sem a espionagem da China. 

Ameaça chinesa

Na terça-feira 24, também por meio do Twitter, a Embaixada da China publicou uma sequência de 17 postagens criticando a postura do parlamentar e com tom de ameaças ao Brasil. “O deputado Eduardo Bolsonaro e algumas personalidades têm produzido uma série de declarações infames”, afirmou. “Instamos essas personalidades a deixar de seguir a retórica da extrema direita norte-americana, cessar as desinformações e calúnias sobre a China e a amizade sino-brasileira, e evitar ir longe demais no caminho equivocado, tendo em vista os interesses de ambos os povos e a tendência geral da parceria bilateral. Caso contrário, vão arcar com as consequências negativas e carregar a responsabilidade histórica de perturbar a normalidade da parceria China-Brasil.” 

Título e Texto: Artur Piva, revista Oeste, 26-11-2020, 12h18 

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Está desempregado...

Soberba chinesa

Antes de nosso país se tornar ainda mais refém de Pequim, convém ao Brasil diversificar sua pauta e destino exportador 

Márcio Coimbra 

Desde 2009, a China é o principal parceiro comercial do Brasil. Um movimento que começou a se desenhar também em outros países. A estratégia chinesa sempre foi muito clara: tornar-se essencial para a economia de diversas nações e a, partir de aí, migrar esta relação para o campo político. Em Brasília, esse movimento ocorreu durante os governos petistas, alinhados ideologicamente com Pequim. 

Foto: Marcos Corrêa/PR

Antes da China entrar em cena, o principal parceiro comercial do Brasil eram os Estados Unidos, uma relação que perdurou por décadas dessa forma. Fato é que o entendimento entre os países se dava de maneira natural, uma vez que os americanos comungam dos mesmos valores que o Brasil, dividindo o apreço pela democracia, liberdade e os pilares do Estado de Direito. 

Naturalmente, a política externa, política de comércio exterior e política comercial andam coordenadas. A mudança de paradigma comercial brasileiro nos anos petistas esteve aliada a um forte componente de política externa, que acabou por afastar o Brasil dos Estados Unidos, alinhando-se com a China na mesma medida. Ao final do governo Lula, esse movimento estava completo e a política externa e comercial finalmente se encontraram. 

Fato é que tornar a China a principal parceira no comércio internacional tornou nosso país vulnerável. Pequim não divide os mesmos valores, tampouco tem o mesmo apreço por instrumentos democráticos que temos no Brasil. Democracia, Direitos Humanos, Estado de Direito e um arcabouço de liberdades que começam nos direitos individuais e deságuam no respeito à diversidade e tolerância religiosa, que não são respeitados pela China. 

‘STF dos EUA’ libera cultos religiosos em Nova Iorque

Entidades argumentaram que o decreto do governador democrata do Estado é inconstitucional 

Cristyan Costa 

Por cinco votos a quatro, a Suprema Cortedos Estados Unidos — o “STF dos EUA” — derrubou as restrições ao número de pessoas que desejam assistir a cultos religiosos no Estado de Nova York. O posicionamento da Corte impôs uma derrota ao governador democrata Andrew Cuomo. 

Foto: Susan Melkisethian/Flickr

Ele havia posto limites às cerimônias sob a justificativa de “evitar aglomerações” para conter o coronavírus. Entre 10 a 25 pessoas podiam participar das liturgias, conforme o decreto do Executivo. 

Contudo, a Diocese Católica Romana do Brooklyn e a organização Judaica ortodoxa Agudath Israel of America alegaram que as restrições violavam os direitos que constam na Primeira Emenda da Constituição. O dispositivo estabelece que não se pode proibir o exercício livre da religião. Dessa forma, as duas entidades recorreram ao STF dos EUA e a maioria dos magistrados considerou que outros serviços que o Estado tem como “essenciais” não tiveram as mesmas restrições. 

Título e Texto: Cristyan Costa, revista Oeste, 26-11-2020, 10h11

Bolsa de Valores volta a superar os 110 mil pontos

Patamar não era alcançado desde fevereiro 

Anderson Scardoelli 

O dia foi positivo para o mercado de ações do país. Principal índice da B3, a Bolsa de Valores brasileira, o Ibovespa fechou o pregão desta quarta-feira, 25, com mais de 110 mil pontos. A marca não era superada desde fevereiro, antes de o Brasil entrar em estado de calamidade pública devido à pandemia de covid-19. 

O Ibovespa encerrou o dia em exatos 110.132, conforme divulga a própria B3. O número segue a tendência de alta no segmento de capitais do país. Em relação às negociações de terça-feira, 24, a elevação foi de 0,32%. Em leve alta, ações da Vale e Petrobras foram as mais negociadas ao longo do pregão de hoje na B3. 

A volta ao patamar dos 110 mil pontos diários é mais uma notícia positiva para o mercado de ações do Brasil ao decorrer dos últimos meses. A B3 tem registrado seguidos IPOs e batido recorde de investimentos estrangeiros. Assim, caminha para fechar o ano na casa dos 115 mil pontos — conforme projetou a consultoria XP no início de agosto. 

Título e Texto: Anderson Scardoelli, revista Oeste, 25-11-2020, 20h10 

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quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Donald Trump n’a pas perdu l’élection présidentielle - Le Zoom - Edouard Husson – TVL

L’historien et chroniqueur pour Atlantico, Edouard Husson, revient sur les dessous de l’élection présidentielle étasunienne. Trois semaines après le scrutin et l’annonce médiatique de la victoire de Joe Biden, l’incertitude règne toujours. Si Donald Trump a autorisé le début d’une transition vers l’administration Biden, le locataire de la Maison-Blanche ne s’avoue pas vaincu et de nombreux rebondissements peuvent encore intervenir d’ici au 20 janvier.


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Vacina da Oxford: Brasil pode receber 80 milhões de doses até fevereiro

País pode ser capaz de imunizar mais da metade da população antes de março de 2021

Artur Piva 

O governo brasileiro firmou acordo para que 80 milhões de doses da vacina da Oxford sejam entregues até o começo de 2021. Cerca de 40 milhões de doses devem chegar no início de janeiro e a outra metade em fevereiro.

Testado no Brasil por meio de uma parceria com a Fundação Oswaldo Cruz, o imunizante para combater a doença causada pelo novo coronavírus foi desenvolvido pela universidade do Reino Unido em parceria com o laboratório britânico AstraZeneca. 

A encomenda do governo federal seria suficiente para vacinar cerca de 37% dos 212 milhões de habitantes do Brasil. Adicionada à compra de 46 milhões de doses da vacina chinesa CoronaVac, a quantidade tornará o país capaz de imunizar mais da metade de sua população antes de março de 2021. 

As duas vacinas, no entanto, ainda precisam ser aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 

Título e Texto: Artur Piva, revista Oeste, 24-11-2020, 16h10

A alegria de servir

Nelson Teixeira 

Alegrias multiplicadas, sorrisos encantadores e uma emoção linda invadindo o coração. É o que acontece quando você trabalha pelo próximo, de peito aberto. 

Produzir, é muito bom! Servir, ser útil, pode ser uma verdadeira terapia para a alma. Fazer o bem através do seu trabalho, é uma excelente maneira de ser feliz e de fazer feliz. 

Utilize seu talento e experiência para exercer um ofício, dê o seu melhor para realmente fazer um bom trabalho, e beneficie muita gente. 

Não existe trabalho melhor, ou mais importante, o que existe é o trabalho feito com amor. Faça do seu trabalho um gesto de amor! 

Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 25-11-2020

terça-feira, 24 de novembro de 2020

Superávit da balança comercial já supera total de 2019

Dados são do Ministério da Economia

Foto: Miguel Ângelo/CNI
Cristyan Costa

governo garantiu que a balança comercial registrou superávit de US$ 50,348 bilhões no acumulado deste ano até domingo. A informação foi divulgada na segunda-feira 23. 

O resultado positivo é 24,5% maior que o do mesmo período de 2019, quando o país somou US$ 42,088 bilhões. Além disso, o novo saldo superou o registrado em todo ano de 2019, de US$ 48,035 bilhões (valor revisado). 

Entre os motivos que influenciaram esse cenário está a forte alta do dólar, de 35% no acumulado de 2020. Com a moeda norte-americana mais valorizada, os exportadores recebem mais por suas vendas externas, ao mesmo tempo em que as compras do exterior ficam mais caras. 

Dessa forma, as importações estão registrando uma queda maior neste ano que as vendas externas. Na parcial de 2020, as exportações recuaram 6,1%, para US$ 186,725 bilhões, enquanto as importações caíram mais que o dobro: 13,9%, para US$ 136,377 bilhões. 

Título e Texto: Cristyan Costa, revista Oeste, 24-11-2020, 7h20

Bueiro quebrado há mais de 6 meses vira pesadelo para moradores do Rio Comprido

Moradores já entraram em contato com a prefeitura que até o momento não fez o reparo 

Altair Alves 

Buracos que viram verdadeiras armadilhas em vias movimentadas do Rio de Janeiro de Janeiro, infelizmente, já fazem parte da rotina de cariocas de diversas partes da cidade. 

A falta de conservação do espaço público se tornou comum da Zona Oeste à Zona Sul da Capital Fluminense, geram situações em que a população fica exposta a acidentes. 

No bairro do Rio Comprido, na Zona Norte do Rio, o cenário não é diferente, moradores da Rua Barão de Petrópolis relatam que convivem há mais de seis meses com o medo de se machucarem em uma tampa de bueiro quebrada, localizada na altura do número 244 da via. 

A via, é uma das mais extensas do bairro, possui grande fluxo de pessoas, devido à grande quantidade de estabelecimentos comerciais que funcionam na localidade. 

Alessandro: Vidas N3GRAS importam! Tem a certeza?

[Diário de uma caminhada] Camilo Lourenço, «Maluco Beleza» e orgulho português


Gabriel Mithá Ribeiro

O programa de Rui Unas «Maluco Beleza» teve como convidado Camilo Lourenço (3-11-2020). A independência, a capacidade de comunicação ou a argumentação económica do último fazem dele um oásis de liberdade e inteligência numa comunicação social em estado comatoso. 

O detalhe é o de Camilo Lourenço, por vezes, não conseguir manter a argúcia crítica quando se afasta do campo económico para navegar em campo aberto, o da história, da vida quotidiana, da política, do que existe de sensível na condição humana. Aí os clichés sobressaem. Ainda assim, não dou razão à tese dos sociólogos, a economia é demasiado séria para ficar nas mãos dos economistas, uma vez que a economia fica muitíssimo pior nas mãos dos fundamentalistas das ciências sociais onde os sociólogos são proeminentes. É preciso que as sociedades resistam a tais tendências. 

Para ajudar a reforçar a qualidade do serviço público que Camilo Lourenço presta, recorro a um exemplo da incongruência do seu discurso no «Maluco Beleza», tema repetido num programa seu, «A cor do Dinheiro» (20.11.2020, a partir dos 17 minutos). O meu conterrâneo considerou que se a colonização portuguesa não tivesse escolarizado tão poucos colonizados, as disfuncionalidades de Moçambique não seriam o que são hoje. Trata-se de um juízo de valor, infiro eu, aplicável a outros países. 

Sugiro a Camilo Lourenço que explique a si mesmo, de preferência em voz alta num dos seus programas, como é que populações africanas que, na entrada do século XX, não tinham tradições de cultura escrita (formalmente estariam na pré-história, o que implica um tipo de pensamento social que não é o mesmo das sociedades com tradição escrita, mesmo nos casos em que parte da população não seja alfabetizada); como é que populações que não partilhavam um mesmo idioma autóctone entre elas, muito menos sabiam falar português – como é que sociedades africanas com tais características poderiam ser rápida e massivamente escolarizadas pelos portugueses e em língua portuguesa? 

Existem detalhes sensíveis dos processos civilizacionais, onde se incluem a escrita e a alta cultura (filosofia, cálculo, música, pintura, literatura, artes), em que a pressa e a quantidade são inimigas da qualidade e das virtudes cívicas que espoletam. 

A colonização europeia efetiva de África começou na transição do século XIX para o século XX, isto é, apenas nessa altura a população branca europeia começou a fixar-se nas antigas colónias portuguesas, e em números residuais até aos anos cinquenta e sessenta. Ainda assim, foi possível lançar a semente de um idioma muitíssimo mais rico, complexo e unificador do que aqueles que existiam entre as populações africanas, e por isso as línguas europeias não pararam de se afirmar (português, inglês, francês), assim como foi possível dar início à maior reinvenção civilizacional na África Subsariana desde a pré-história, a introdução da cultura escrita enquanto fenómeno cultural e social que, depois, se desenvolveu por si mesmo desde a segunda metade do século XX. 

Na Itália...

[Aparecido rasga o verbo] Encaixe perfeito

Aparecido Raimundo de Souza 

CLARISSA VINHA BRINCANDO com a pequena Penélope, sua filhinha de seis anos, em meio a um batalhão de cabeças que cruzavam, apressadas, entravam e saiam de lojas comerciais enquanto outras corriam desembestadas para embarcarem em carros particulares, táxis e ônibus que tomavam conta de toda a extenção da avenida Nossa Senhora de Copacabana, na altura da rua Bolivar. 

Marcelo seguia em sentido quase igual. Saíra de um restaurante na Rua Tonelero —, com a Siqueira Campos e fazia o trecho a pé —, até a portaria de seu prédio, na rua Raimundo Correia. 

Clarissa, entretida com a menina — ora se agachava —, ora se punha em ação numa série de pulinhos cadenciados —, totalmente enleada e absorta naquele mundo infantil, não se importando muito com o sol a pino pegando em cheio, castigando fortemente toda a extensão da avenida que fervilhava como se fosse uma réplica da famosa Times Square, no coração de Manhattan. 

Marcelo parou numa banca de jornais na Praça Serzedelo Correia para se ater às notícias penduradas à visitação dos curiosos que iam e vinham numa quase corrida intermitente. Optou levar consigo um periódico menos sensacionalista. Pagou o exemplar ao senhor de cabelos brancos e óculos fundo de garrafa que o atendera e continuou. 

Clarissa resolveu dar uma pausa numa lanchonete. Pediu um suco de polpa de manga com bastante açúcar e gelo e, para a jovenzinha, um refrigerante em lata e um canudinho. 

Marcelo passou os olhos ligeiros nas principais manchetes e voou para as páginas de esportes. À medida que se inteirava dos acontecimentos, diminuía os passos. De vez em quando, desviava os olhos —, um ou outro transeunte esbarrava aqui e ali —, pedia desculpas polidamente. Ele ensaiava um sorriso franco que deixava à mostra uma arcada de dentes muito branca e perfeita, como dados sem marcas. 

Clarissa acabara de tomar o suco e esperava que Penélope terminasse o seu. Sentara diante da garotinha, num banco alto, cuidava para que ela não se virasse, de repente e fosse ao chão. 

Marcelo estancou os passos. Os que vinham logo atrás se desviavam rapidamente. Parecia furioso, ou melhor, ficara meio fora de si depois que tomara conhecimento que seu time havia sido rebaixado para a segunda divisão, apesar do técnico garantir que a sombra negra dessa figura dolorosa estivesse longe de atingir (de novo) aquela equipe de profissionais. 

Mexa-se

Nelson Teixeira 

Que nunca falte um sonho para lutar, um projeto para realizar, algo para aprender. Ter projetos para o futuro o mantêm vivo! 

Mantenha cabeça e corpo ativos e o espírito vibrante. Ocupe seu tempo ocioso de forma produtiva. Faça planos, mas também arregace as mangas, só a ação os realiza. 

Se ocupe de ajudar o próximo, a caridade é um remédio poderosíssimo contra os males da alma. 

Doe! Doe trabalho, doe um ombro amigo, doe bens materiais, carinho, uma palavra de conforto. 

Se ocupe do que faz bem aos outros, e também do que lhe faz bem. 

Mexa-se! A vida é movimento! 

Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 24-11-2020

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Rodrigo Constantino é contratado pela Rede TV

Colunista da Revista Oeste assume novo desafio profissional 

Anderson Scardoelli 

O economista Rodrigo Constantino é o mais novo contratado da Rede TV. O acerto com a emissora foi anunciado na tarde desta segunda-feira, 23. 

No canal televisivo, Constantino integrará a equipe de comentaristas do Opinião no Ar, programa diário apresentado por Luis Ernesto Lacombe e que já tem Silvio Navarro, editor-executivo de Oeste, como integrante fixo. 

Reforço da Rede TV e alvo de fake news disseminadas pelo movimento virtual Giants Brasil, Constantino seguirá como colunista da Revista Oeste

Título e Texto: Anderson Scardoelli, revista Oeste, 23-11-2020, 15h02