João Sobreira Rocha – aeroviário Varig-Aerus (Goiânia-Go), outubro 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Eu tenho medo do Natal
João Sobreira Rocha – aeroviário Varig-Aerus (Goiânia-Go), outubro 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2018
Roraima: "Como me enoja ver gente cobrando de nós a caridade que jorramos em cima dos que fugiram do Socialismo."
Como me enoja ver gente de outros Estados cobrando de nós, roraimenses, a caridade que por três anos jorramos em cima dos venezuelanos que fugiram do Socialismo.
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Estado de emergência social
foi decretado em Roraima em 2017. Foto: Geraldo Maia/EPA
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
[Aparecido rasga o verbo] O futuro do “Hoje” pode ser um “Amanhã” sem talvez
Aparecido Raimundo de Souza
O RELÓGIO na parede do
meu quarto marca as horas que não sei se quero me fixar nelas. O hoje já me
pesa nos ombros, mas é o Amanhã que me assusta. Ele se esconde e se asila atrás
da cortina do tempo, como uma criança travessa que prepara uma surpresa inesperada
só que eu não sei se vou rir ou chorar quando ele aparecer.
Penso nas promessas
que fiz a mim mesmo: escrever mais, ler mais, amar melhor, cuidar da saúde,
fazer os exames para me livrar da próstata inchada, e ser menos ansioso. O
Amanhã é o cobrador dessas dívidas silenciosas. Ele chega com a fatura na mão,
e eu, sem um centavo para fazer um cego cantar “eu não sou cachorro não”, tento
negociar com mil desculpas esfarrapadas.
O Amanhã me inquieta,
me desassossega porque é desconhecido. E tudo o que é incógnito e misterioso,
amedronta, depaupera, faz subir o grau do medo e o buraco da insegurança. Me
deixa com os nervos em frangalhos pelo motivo de poder trazer a notícia que mudará
tudo, o encontro que virará destino, ou apenas me mostrará a mesa pobre
abastecida com um café frio e um pão sem manteiga, e, para variar, uma nova
“rotina repetida” com a fuça escarrada de ontem.
O Amanhã é o palco
onde atuo sem ensaio, improvisando falas que não decorei. Talvez o medo seja
também uma forma de esperança. Se temo o Amanhã, é porque ainda acredito que
ele existe, que virá, que me dará outra chance. O medo mórbido é a prova
irrefutável de que ainda quero estar com ele, mesmo sem saber o que me espera.
E assim, nesse tom meio escuro, entre o susto e a expectativa, a comoção e o enojamento, vou aprendendo que o Amanhã é mesmo um monstro sem cabeça, e mais que um simples encarar o espelho: ele reflete o que faço hoje. Se o meu hoje é pequeno, o Amanhã me horripila. Se o meu hoje é inteiro, talvez o Amanhã me surpreenda na próxima esquina.
segunda-feira, 23 de agosto de 2021
[O cão tabagista conversou com…] Mário Florentino: “Em Portugal, claro que todo o debate de ideias está enviesado, mas isso vem de trás, da revolução de 74.”
Nome completo: Mário Alberto Arango Florentino
Nome de Guerra: Mário A.
Florentino (ou Mário Arango, ou MAF, consoante as guerras)
Onde e quando nasceu?
Em Lisboa, no dia 13 de maio
de 1969.
Onde estudou?
Na Universidade Católica
Portuguesa, em Lisboa.
O que cursou?
A licenciatura que tirei
inicialmente foi Economia, mas depois fiz vários outros cursos. Na realidade,
sou uma espécie de colecionador de cursos, gosto de estar sempre a estudar.
Ainda no tempo da licenciatura, tirei também muitas cadeiras de Gestão de
Empresas, e depois, no último ano, fiz parte de um MBA, em Antuérpia, na
Bélgica, ao abrigo do programa Erasmus. Mais tarde, fiz um mestrado em
Investigação Operacional e Engenharia de Sistemas, no Instituto Superior
Técnico. Passado uns anos, fiz um outro mestrado em Ciência Política e Relações
Internacionais, com a especialidade em Política Comparada. Nestes dois
mestrados, fiz só a parte letiva, não fiz a tese, pelo que não tenho o título
de Mestre. Depois fiz ainda uma outra pós-graduação, em Gestão de Empresas de
Telecomunicações e Tecnologias de Informação. Enfim, já tirei muitos cursos, o
próximo terá de ser um doutoramento, vamos a ver quando consigo. Falta decidir
em que área do conhecimento, porque tenho interesses muito diversos.
Onde passou a infância e
juventude?
Passei a infância e juventude em Lisboa, nos Anjos e no Lumiar. Durante as férias, passava grandes temporadas numa aldeia na Galiza, chamada Ermida, que fica no concelho de Covelo, na província de Pontevedra. Os meus avós tinham lá uma casa, que ainda é da família, e eu e os meus irmãos passávamos lá todos os anos, pelo menos, um mês, às vezes dois. Na adolescência, comecei a ir também por vezes ao Algarve com a família, normalmente ficávamos na praia de Monte Gordo.
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| "Com os meus pais e meus irmãos; eu sou o 1º à esquerda" |
Qual (ou quais)
acontecimento marcou a sua infância e juventude?
Tive uma infância feliz, sem grandes sobressaltos. Recordo com saudade as férias de Verão, sempre divertidas, eram os melhores momentos, sempre com grupos de amigos, jogávamos muito futebol de rua, com duas pedras a fazer de balizas. Recordo as longas viagens que fazíamos no início de agosto, de Lisboa para a Galiza. O carro do meu pai não era muito grande, mas cabíamos todos, ele e a minha mãe, e nós, os quatro irmãos, e uma gata, mais a bagagem para férias de um mês.
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| "A Ermida, aldeia dos meus avós, na Galiza, onde ainda temos casa de família" |
Parte dessa bagagem era colocada em cima do tejadilho do carro. Ainda não havia autoestrada até ao Porto, fazíamos o caminho pela Estrada Nacional e levávamos horas, com longas filas de trânsito. Como saíamos tarde de Lisboa, tínhamos que dormir a meio do caminho, normalmente na zona da Cúria, e no dia seguinte arrancávamos de novo, para chegar à Galiza de noite. Durava dois dias uma viagem que hoje fazemos em cinco horas. Era uma aventura. Mas era muito divertido, apesar de andarmos sempre à bulha, eu e os meus irmãos.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
[Varig/Aerus] Papai Noel não veio! - Vitória agradece apoios recebidos
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Punição a quem merece
José Carlos Bolognese
sábado, 24 de fevereiro de 2018
[O cão tabagista conversou com...] Eliza Martins: “Se há algo que me arrependo na vida, foi de ter desistido da aviação... por puro orgulho. Orgulho não leva a nada!”
Nome de guerra: Eliza Martins
Onde nasceu: Rio de Janeiro/RJ
Onde estudou:
Tinha agência na avenida Rio Branco, não?
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
"Não, Rosicléa, você não 'deu uma de otária'. Você acreditou..."
Não, Rosicléa, você não “deu uma de otária”. Você acreditou que um sindicato tinha o dever de defender a categoria a que pertence. Infelizmente este não está sendo o caso do Sindicato Nacional dos Aeronautas. Há mais de 10 anos que os interesses que regem a “galera” que lá está, são outros, são diferenciados. Não sabemos qual o critério utilizado para semelhante discriminação. O caso AERUS é um só mas a sindicalista preferiu defender somente os “velhinhos” deixando os “novinhos” entregues à própria sorte. Qual será a razão de semelhante atitude? De repente o SNA tem condições para defender os velhinhos e não tem condições para defender os novinhos? Ontem a coisa “pegou fogo” literalmente, muitas fotografias, muitos agradecimentos, muitos discursos e muita fantasia. Gente, até pneus foram utilizados nesta manifestação tardia! Mais uma vez a sindicalista foi endeusada, foi paparicada. Por que isto não ocorreu há mais tempo? Desde há muito todos sabiam que o PT não estava com a mínima vontade para resolver a questão AERUS. Se esta liderança que aí está encabeçando a defesa dos “velhinhos do AERUS” deixando os demais fora do páreo, tivesse tido OUSADIA em promover protestos contundentes há mais tempo, a situação não teria assumido proporções tão desastrosas como a de agora. De repente, “antes tarde do que nunca”... será? Rosy, você acredita que a famigerada sindicalista “está desiludida com o PT”? Eu não acredito! É voz corrente que a mesma afirmou isto durante o protesto de ontem. Será uma desilusão, uma farsa ou uma armadilha? Afinal, a “cumpanêra” é anistiada graças ao PT de Lula. Acho muito difícil que isto aconteça, mas...
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
[Observatório de Benfica] Boa noite, Professor!
Mário Florentino
E se o professor Marcelo,
comentador político, tivesse feito um comentário televisivo na noite de ontem
sobre a atualidade política em Portugal. Seria mais ou menos assim:
“- Boa noite, Professor!
- Boa noite, Judite. Então
hoje temos muito para falar da atualidade política nacional. Mas você está
muito elegante, parabéns. Então avancemos que isto foi uma semana de muitos
acontecimentos. Já falámos na semana passada sobre o chumbo do orçamento,
vejamos hoje a crise nos partidos da direita e o que pode o Presidente Marcelo
fazer a seguir.
- Primeiro, o CDS. Ora bem, o
CDS parece um saco de gatos em que ninguém se entende. Já sabemos que o Chicão
fez aquele número de, primeiro queria antecipar o congresso, agora já quis
adiar o congresso, enfim, uma grande trapalhada, que as pessoas não endentem. E
depois há aquela gente toda à volta do Nuno Melo, que está a debandar e a
deixar o partido. Mas, ó Judite, deixemos por agora o CDS, que já não conta
muito, pois as sondagens só lhe dão um por cento, e por este andar – e com
muita pena minha – parece que vai mesmo desaparecer.
E passemos para o PSD, o meu partido, partido do qual fui líder, há muitos anos. Ora bem, aqui o problema é o seguinte. O PSD estava preparado para ir a eleições em 2023, e não estava à espera disto. E haveria eleições normais, para a liderança do PSD, regulares, já marcadas. Ora Paulo Rangel, recorde-se, apresentou a candidatura normalmente, tudo regular, a essas eleições. E depois é que apareceu a crise política – um pouco precipitada pelo Presidente Marcelo, em minha opinião mal, mas já lá vamos. Ora, num contexto de crise política, e havendo quem se tenha candidatado, não faz sentido não haver disputa interna, e Rui Rio deve ir a votos. Deve deixar os militantes se pronunciarem, ó Judite, é assim, porque se não for assim ficará sempre a suspeita: “olha, o tipo não quis eleições, porque tinha medo de perder”, e fica fragilizado. É assim, em política é assim, é assim, é assim. Deve sempre dar-se a palavra aos militantes. Olhe quando eu fui líder do PSD, lembra-se? Quantas vezes é que eu fui a votos internamente? E fiz muito bem, porque depois saí sempre dos congressos reforçado. Rui Rio deve fazer o mesmo agora. E eu acho que o Rui Rio ainda não percebeu isso, dá um pouco a ideia – e isso é mau – que ele está agarrado à cadeira. Olhe, ele aí está um pouco a lembrar-me o António Costa, que também é muito agarrado ao poder, olhe, já desde o tempo da associação de estudantes de direito ele era assim…
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Ana Amélia lamenta falta de justiça aos aposentados do Fundo Aerus
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
A participação de Dilma Rousseff e Erenice Guerra na desmantelação da Varig e na corrupção da Infraero
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Presidente da Aprus: "Acredito na nossa justiça de hoje"
Meus caros irmãos, passei um final de semana em Friburgo, por ser aniversário do meu cunhado e sendo um niver de 70 anos, a festa foi bastante agradável, ficando eu entre uma notícia e outra, daquilo que imaginávamos que já estaria tudo perfeito e completo, era só aguardar.
sábado, 3 de novembro de 2012
[Varig/Aerus] Quem tem moral para falar em perdas irreparáveis?
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
[Aparecido rasga o verbo] O inverso do simétrico
sábado, 28 de maio de 2016
Carta de um Querubim d’Abril
quarta-feira, 2 de maio de 2018
[O cão tabagista conversou com...] Marco Sichi: “Os comissários só deixam de ser vistos como serviçais no momento em que o filho do passageiro se engasga”
Nome completo: Marco Antonio Sichi de Mellosegunda-feira, 26 de julho de 2021
[O cão tabagista conversou com…] – 100ª! – Lourenço Bray: “Temos um problema de independência dos media em Portugal, agravado com a penúria financeira e perda de relevância…”
Nome completo: Lourenço Farrajota Cristina Bray
Nome de Guerra: Lourenço, mas na playstation e
outras plataformas de gaming online é aguia77
Onde e quando nasceu?
Bruxelas, Bélgica, 1977.
Onde estudou?
Instituto Superior de Economia
e Gestão, curso de Matemática Aplicada à Economia e Gestão.
Onde passou a infância e
juventude?
Passei a infância numa pequena
aldeia a 12km a sul de Torres Vedras, as Carreiras [foto abaixo], vindo de Bruxelas com 5
anos. Depois, com 9 ou 10 anos fui para Torres Vedras onde fiquei até ir para a
universidade.
Qual (ou quais)
acontecimento marcou a sua infância e juventude?
Na infância, salientaria mesmo
a transição de vida de uma grande metrópole europeia, num país rico e
desenvolvido como a Bélgica em 1981, para um contexto de aldeia no Portugal
rural pós-revolucionário. Nem falava português. Tinha apenas 4 ou 5 e anos e
recordo-me com grande nitidez da mudança, da viagem, das primeiras interações
com miúdos da minha idade, de ouvir português e não entender nada. Felizmente
tinha um amigo, o Marco, filho de emigrados em França regressados à aldeia, que
sabia falar francês e foi intérprete.
Foram sempre todos muito
amistosos e ainda hoje os considero amigos e sigo-os - vantagens de plataformas
como o facebook. Nem me recordo de aprender português, em poucas semanas ou
meses estava a falar. E com pronúncia local, para desespero do meu pai que me
corrigia. Foi um período muito feliz. A vida na aldeia nessa época era algo mágico.
Depois há uma série de
acontecimentos, como na biografia de toda a gente… Por exemplo, a morte do meu
primeiro cão, o Garoto, algo trágica, abatido pelo meu próprio pai. Era um cão
muito mau, muito perigoso, já me tinha atacado uma vez e arrancado uma unha de
um dedo, embora eu tenha sido palerma ao fazer-lhe uma festa enquanto comia.
Adorava o cão, toda gente
tinha medo ele. Um dia atacou uma vizinha, felizmente sem gravidade, mas teria
de ser abatido e o meu pai recusou-se a levá-lo a um matadouro ou ao
veterinário e fez o serviço ele próprio. Ainda me lembro de o ver com o corpo
do cão num lençol, nos braços.
Enfim, tenho mais memórias,
penso que as crianças registam “cenas” assim.
A juventude teve muitas memórias, saliento ter saído de Torres Vedras para Lisboa e, portanto, começado a viver sozinho. Também salientaria a primeira vez que beijei uma rapariga, foi muito tarde, porque sou uma pessoa das que vai para cursos de matemática, faz parte.
Vai frequentar que
faculdade?
ISEG, Instituto Superior de
Economia e Gestão, curso de matemática aplicada à economia e gestão. Era uma
universidade bastante simpática no centro de Lisboa, convenientemente perto dos
bares da 24 de julho e do Bairro Alto.
Escolhi o curso porque me parecia muito difícil, apareceu num artigo qualquer de uma revista que o colocava nos três mais difíceis do país a par de engenharia aeroespacial no técnico e outro que não me recordo. Confirmo que era difícil. Nunca tinha tido uma só negativa na vida e logo no primeiro exame a uma das cadeiras tive 3 em 20. Fiquei em choque.
domingo, 11 de julho de 2021
[O cão tabagista conversou com…] Ernani Matos: “hoje não teria mais estrutura física e disposição para encarar um voo de 12, 14 horas…”
Nome completo: Ernani Fernando Matos Cardoso
Nome de Guerra: Ernani
Matos
Onde e quando nasceu?
24 de março de 1959, Rio de
Janeiro - RJ
Onde estudou?
Escola Municipal México e
Colégio Brasil, ambos em Botafogo.
Onde passou a infância e
juventude?
Nascido em 1959, em casa
mesmo, com parteira, em uma área simples de Copacabana, no topo da ladeira dos
Tabajaras, onde morei até os 10 anos de idade. Nessa época, a família mudou-se
para um pequeno apartamento no Leblon, onde residi até completar 22 anos.
Qual (ou quais)
acontecimento marcou a sua infância e juventude?
Minha infância foi normal para
os tempos em que a vivi, brincando todo o tempo fora de casa, futebol, bola de
gude, praia etc.
Estudava em escola pública, em
Botafogo, e sempre ia de ônibus sozinho, mas os tempos eram outros.
Como brincava o dia inteiro e
fora de casa, estava sujeito a acidentes. E no período de um ano, que eu me
lembre, minha mãe teve que me levar ao hospital umas cinco ou seis vezes: duas
vezes com cortes na cabeça e pregos, e corte com vidro nos pés, mas nunca fraturei
um membro.
Entendo, tudo no devido
padrão infância feliz… 😉
E ficou brincando e
aprontando até que idade?
Meu período de ‘Curtindo a vida adoidado’ (Ferris Bueller's Day Off) foi até os meus 14 anos, pois após a escola – estudava na parte da manhã – almoçava e levava o almoço para o meu pai, que possuía uma loja de material de construção em Jacarepaguá, e trabalhava com ele até o horário de fechamento da empresa, fazendo a parte contábil, pagamentos, atendimento no balcão e outras coisas.
Hummm… que segredo guardam
as… ‘outras coisas’?
Minhas outras tarefas na loja,
era descarregar e carregar todo tipo de material de construção, até onde o meu
porte físico franzino permitia. Ao completar 17 anos, assumi a direção de um
pequeno caminhão para entregas nas redondezas da loja.
Então, começou a trabalhar
aos 14 anos, né?
Trabalhei dos 14 aos 21 anos
na loja da família.
E depois desse período de
ajudar o seu pai na loja, para onde transferiu a sua mão de obra?
Com 19 anos, acompanhando duas amigas ao escritório da Varig na Avenida Rio Branco, para se inscreverem na seleção para Comissária de voo, fui incentivado pelas amigas e pela funcionária que recebia as inscrições a me inscrever também, fato que jamais tinha sido a minha intenção. Meu processo seletivo durou cerca de dois anos e meio, sendo chamado para testes psicotécnicos de três em três meses, sendo todo o processo seletivo finalizado e o início do curso de aluno comissário em março de 1982.























