quinta-feira, 30 de agosto de 2018

A "ultradireita"

José António Rodrigues Carmo

Segundo os media que enviesam à esquerda (quase todos), os habitantes de uma povoação alemã chamada Chemnitz, e que antes da queda do muro, se chamava Karl Marx Stadt, são todos nazis e da extrema direita...


Basicamente são, na visão da hegemonia esquerdista que domina a narrativa mediática, tal como os votantes de Trump, incultos, analfabetos, racistas e primitivos, vivem em caravanas e são brancos. Rednecks, na versão americana da "elite esclarecida", que os despreza, tal como despreza o povo real e os seus gostos, lá como cá.

Ora os "nazis" de Chemnitz, saíram à rua porque um alemão (Daniel H) foi assassinado por dois refugiados quando tentava impedir o assédio a várias mulheres, por parte dos árabes.

A avaliar pela cobertura mediática a que temos direito, um povo que protesta contra este assassínio às claras, é radical, nazi, xenófobo e de extrema-direita.

Ou seja, após um assassínio, o problema não é o assassínio e a natural indignação da população, mas sim a terrível ameaça da xenofobia e da extrema-direita, da mesma maneira que após todos os constantes atentados islamistas, o problema não parecem ser os mortos e feridos, mas sim a "islamofobia".

Em Chemnitz, a terrível xenofobia não foi mais que uma manifestação de milhares de cidadãos alemães que protestam porque vêm o seu espaço invadido, a sua liberdade violada, a sua segurança estilhaçada, o seu modo de vida espezinhado.

Os "nazis " de Chemnitz, são pessoas comuns que levantam a voz contra a injustiça e contra o crime, que lhes é trazido pelas "elites esclarecidas", as quais, pelo seu lado, vivem em espaços seguros e privados, não tendo de confrontar-se com os resultados quotidianos das suas decisões tão "humanistas".

Mas as coisas são o que são. Em Chemnitz, como por toda a Europa, as pessoas comuns começam a estar-se nas tintas para os insultos castrantes e intimidatórios, mostram que não têm medo, vêm para a rua e votam contra a hipocrisia suicida do marxismo cultural (correção politica). O que as pessoas querem são governos que defendam os seus legítimos interesses, o seu modo de vida, a sua cultura a sua identidade.
Título e Texto: José António Rodrigues Carmo, Facebook, 30-8-2018

Um comentário:

  1. Qualquer merdeiro africano pode matar alemães assim é a "democracia" holocau$tica, o resto é tudo "nazis"!

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