quinta-feira, 1 de abril de 2021

Contos loucos dos moucos (LII) – Nunca mais esqueci aquele sinal

Já lá vão muitos anos. Aconteceu no século passado, na África.

No clube “La Piscine” (sim, tinha uma piscina enorme, olímpica que fala?), Henri me apresentou a Marie-Laure. “Lindona”, julguei.

Reencontrei ela na surprise-partie da Yolande. Trocamos algumas (vai, foram bastantes) palavras. A química rolou.

No sábado seguinte, uma semana depois, outra surprise-partie, desta vez em casa do Charlie Faudey. Começamos a dançar, um dos estouros de 1967: “Nights in White Satin”, dos Moody Blues.

Ao final desta primeira dança, perguntei a ela, na lata: “Tu veux sortir avec moi? (Quer namorar comigo?).

Ela sorriu e fez este sinal: 

Na segunda-feira os meus colegas de trabalho quiseram saber por que eu estava tão alegre e feliz.

Anteriores: 
Je ne parle pas français 
(L) – 27°C 
(XLIX) – Datas comemorativas 
(XLVIII) – Últimos dias 
(XLVII) – Quem foi? 
(XLVI) – Todo o dia 
Contos loucos dos moucos (XLV) – EUA 
(XLIV) – Papillon 

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