domingo, 28 de junho de 2020

Covid-19, resumo de um desastre voluntário

Pode-se acusar as “autoridades” de falta de competência, não de falta de coerência: desde o princípio que mantiveram um nível invejável de contradições, negações, recuos e genérica desorientação.

Alberto Gonçalves

 A coisa aconteceu no ano da graça de 2020. Logo no início, notícias em rodapé mencionaram um novo vírus nascido na China, similar a outros que iriam dizimar a humanidade e foram descartados em dois meses. A partir de fevereiro, as notícias atingiram dimensão suficiente para inspirar os nossos governantes a comentá-las. Uma ministra, a da Agricultura, disse que o vírus favoreceria as exportações portuguesas para o Oriente. Um ministro, o da Economia, disse que o vírus não afetaria as contas locais, com a eventual excepção de um sector irrelevante como o turismo. Uma ministra, a da Saúde, disse o que lhe vinha à cabeça. A senhora da DGS apresentou-se gloriosamente à nação e, estabelecendo um padrão cômico que não sofreria abalos, garantiu que o vírus não chegaria cá.

Graça Freitas, diretora da Direção Geral de Saúde, e Marta Temido, ministra da Saúde
Nos idos de março, o vírus chegou e, conforme costuma afirmar a propósito disto e daquilo, o prof. Marcelo afirmou que “tudo estava a ser feito” para lidar com o bicho. Em seguida, fechou-se em casa a engomar roupa e a desperdiçar testes de diagnóstico. O dr. Costa exibiu a capacidade de liderança de uma Bimby e, receoso dos efeitos do pânico coletivo nas sondagens, acabou por fechar o que jurara não fechar e por manter aberto o que devia ter sido fechado. Enquanto a senhora da DGS recomendava visitas a lares de idosos e o BE explicava que o vírus era um aviso dos deuses para acabar com o capitalismo, desceu-se ao “confinamento”, a princípio com as fronteiras abertas para apanharmos ar. À cautela, decidiu-se espatifar a economia.

Durante semanas, o país fechou. Os portugueses, assustados face à gripe e mansos face ao poder, recolheram aos respectivos lares e os espaços públicos ficaram desertos a ponto de se ouvirem moscas e, a partir das janelas, os berros dos inúmeros “bufos” que esta história revelou, a interpelarem com insultos o ocasional transeunte. Nos espaços privados, ouviam-se as televisões, que viram na “pandemia” uma panaceia à sua inevitável redundância e apostaram no fomento da histeria. Alguns “pivôs” acharam natural partilhar desabafos líricos com as audiências. Todos os canais alinharam na propaganda do Governo e na alucinação de que estávamos, cito, em guerra – uma guerra onde as trincheiras fossem trocadas pelo sofá da sala e a artilharia inimiga pelas séries da Netflix. Para não haver dúvidas, transmitiram-se imagens, fora do tempo ou do contexto, de valas comuns em Nova Iorque, caixões empilhados em Itália e motins na Inglaterra. Era o chamado esforço patriótico, que motivou panegíricos também na imprensa ao desempenho das “autoridades”: os jornais competiram pela capa mais babada com a senhora da DGS, que gostava de orquídeas, aconselhava o abastecimento em “hortas de amigos” e, à época, proibia o uso de máscara.

António Costa não está no governo, está no poder

Em Portugal, sob a cobertura do BCE, são os correligionários de Sócrates e as viúvas do Adeus Lenine quem mandam. Para isso, nem precisam de governar bem. Ou sequer de governar. Basta-lhes mandar

Rui Ramos

Em Inglaterra, nos anos 1990, era hábito dizer que John Major estava no governo, mas não no poder. Estava no governo, porque era o primeiro-ministro e, como tal, era aliás acusado de ser o responsável pela desvalorização da libra e pela desorientação da política britânica. Mas não estava no poder, porque, apesar de primeiro-ministro e líder do maior partido parlamentar, não parecia ter força para conter os seus adversários internos no governo, sempre a conspirarem, nem para contrariar uma opinião publicada geralmente negativa, nem para suster a ascensão da oposição, com Tony Blair à cabeça. Major tinha responsabilidades, mas não tinha força. Estava no governo, mas não estava no poder.

Em Portugal, desde 2015, António Costa está precisamente na posição contrária: está no poder, mas não está no governo. Sim, Costa é primeiro-ministro e tem uma maioria parlamentar de apoio. Mas é responsável ou culpado de alguma coisa, como acontece a quem está no governo? A austeridade? As cativações não são austeridade. Pedrogão? Não é bombeiro. Tancos? Não guarda vedações. O Novo Banco? Não estava informado. A epidemia? Os portugueses são descuidados. Um plano de recuperação da economia? Há um amigo. A responsabilidade – aquilo que define o governo – nada tem a ver com António Costa.

Onde António Costa está é no poder. Aliás, é por estar no poder, como mais ninguém esteve desde 1974, que se pôde permitir até agora evadir todas as habituais responsabilidades e culpas da governação, sem quaisquer consequências. Esse poder assente em duas coisas. Em primeiro lugar, na metódica ocupação do Estado, que os socialistas, governando desde 1995 sempre que há dinheiro, infestaram com os seus apoiantes. Mesmo quando não são ministros, continuam a ser diretores gerais, chefes de repartição, presidentes de fundação, altos funcionários, e, para além do próprio Estado, administradores e gestores de tudo o que está na órbita do Estado. O governo é o menos: o que importa é este exercício de poder em contacto direto com os seus súbditos e clientes. Em segundo lugar, o poder socialista assenta na segmentação da sociedade portuguesa. A quarentena revelou-a mais uma vez: de um lado, o funcionalismo, em casa, com empregos garantidos e aumentos de salários; do outro lado, o resto dos trabalhadores, abandonados ao desemprego e ao lay-off; de um lado, comunistas e neocomunistas, livres de encher as ruas com a sua imitação saloia das indignações americanas; do outro lado, os católicos, fechados em casa, com a GNR à porta. O poder é isto: uma massa clientelizada, sempre cheia de medo de perder privilégios e regalias se os “outros” voltarem, e, portanto, disponível para defender quem manda com um ambiente de eco e de aplauso.

Atos pró e contra Bolsonaro acontecem em Brasília

Como já se tornou tradição aos domingos, manifestantes a favor e contra o governo vão às ruas da capital federal e se empenham para alavancar hashtags nas redes sociais

Roberta Ramos

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro se reúnem em dois locais diferentes de Brasília neste domingo, 28. O grupo que está em frente ao Quartel General do Exército, no Setor Militar Urbano, carrega bandeiras do Brasil e usa roupas verde e amarelas.


Já outra parte da militância bolsonarista se juntou na Praça dos Três Poderes e exibe uma faixa com os dizeres “Reservistas do Brasil”.

A oposição, por sua vez, escolheu o gramado do Congresso Nacional e a Esplanada dos Ministérios para protestar, fincando cruzes em memória das vítimas da covid-19 no local.

Redes sociais
O embate de hashtags também ganhou novo capítulo.

A esquerda tentou subir #StopBolsonaro. Até o momento, pouco mais de 16 mil usuários aderiram à ideia, que está em 13º nos Trending Topics do Twitter do Brasil.

Por outro lado, militantes do presidente se engajaram para alavancar #GoBolsonaroMundial, que liderava os TTs durante a manhã deste domingo, com mais de 150 mil citações.
Título e Texto: Roberta Ramos, revista Oeste, 28-6-2020, 13h39

STF quer explicações sobre a flexibilização do isolamento no Rio

Ministro Alexandre de Moraes deu dez dias para que o presidente do TJ do Estado explique por que permitiu o fim do confinamento

Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

Roberta Ramos

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes deu prazo de dez dias para que o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), desembargador Claudio de Mello Tavares, explique por que concedeu liminar permitindo a manutenção da flexibilização do isolamento no Estado.

A denúncia para Moraes foi feita pela Defensoria Pública do Estado e pelo Ministério Público.

Para ambos os órgãos, Tavares não levou em consideração “os dados epidemiológicos e os estudos técnicos” ao tomar a decisão.

O TJ-RJ, em nota, afirma que responderá às inquisições do ministro do STF e que a medida adotada tratava de “importante instrumento de proteção da ordem, da economia, da segurança e da saúde pública, tutelando, ainda que abstratamente, a proteção dos direitos difusos da sociedade”.

Ou seja, também é preciso que as pessoas possam trabalhar para conseguirem continuar a viver.
Título e Texto: Roberta Ramos, revista Oeste, 28-6-2020, 10h16

Por semiárido, deputado governista articula com EUA, Espanha, Israel e China

Deputado federal General Girão (PSL-RN) é o presidente da Frente Parlamentar em Prol do Semiárido. Ele é o responsável por articular um fórum com a presença de países que têm experiência com o bioma

Deputado federal General Girão (PSL-RN). Foto: Claudio Andrade/Câmara dos Deputados
Rodolfo Costa

As conversas para desenvolver o semiárido vão além do Brasil. A Frente Parlamentar Mista em Prol do Semiárido conseguiu levar sua articulação aos Estados Unidos, à Espanha e Israel. A China tomou conhecimento dos contatos e também engatou conversas. Os governos desses quatro países estarão, de alguma forma, presentes no Fórum do Desenvolvimento do Semiárido, que será celebrado em dezembro.

O presidente da bancada do semiárido no Congresso, deputado federal General Girão (PSL-RN), mantém conversas próximas com esses quatro países. Cada um deles têm experiências semelhantes em áreas semiáridas. O objetivo, portanto, é absorver suas expertises e estreitar laços com potenciais investidores para o sertão nordestino.

Os EUA são um exemplo. Girão ressalta que a cidade de Los Angeles, na Califórnia, a maior produtora de alimentos dos EUA, quase não tinha água potável entre o fim do século XIX e o início do século XX. Por obras de transposição, passou a ter. A experiência da Espanha é semelhante com a região de Andaluzia.

Já Israel é uma potência na tecnologia de dessalinização e agricultura em território semiárido. A China também vem desenvolvendo tecnologias e uma gestão adaptável para esse tipo de bioma. “Comecei em contato com os governos dos Estados Unidos, da Espanha e de Israel, e o governo chinês demonstrou interesse em participar também”, explica Girão.

Expectativa
Os quatro governos estão convidados para comparecer ao Fórum do Desenvolvimento do Semiárido. O evento estava previsto para ocorrer em maio, mas, em decorrência do coronavírus, as datas foram suspensas. Como as eleições podem ser em novembro, caso realmente haja o adiamento, dezembro surge como o período mais viável.
A expectativa é que o presidente Jair Bolsonaro faça a abertura do evento e, o vice-presidente Hamilton Mourão, o encerramento. É o que articula Girão, que mantém contato com ambos. O evento deve durar três dias e contar com seminário, oficinas e palestras.
Título e Texto: Rodolfo Costa, revista Oeste, 28-6-2020, 9h

Rio de Janeiro terá torcida nos estádios a partir de julho

Permissão prevê um terço da capacidade dos estádios

Lincoln Chaves

A prefeitura do Rio de Janeiro liberou, em publicação extra do Diário Oficial, a presença de torcedores nas arquibancadas de estádios a partir de 10 de julho. A medida foi tomada menos de 10 dias após o Campeonato Carioca de futebol ser reiniciado com portões fechados e o estado registrar um recorde de novos casos da covid-19 em 24 horas (6.061, no último dia 19). A decisão vai na contramão do adotado nas principais ligas da Europa, onde o pico da pandemia do novo coronavírus foi em abril. A maior parte das competições por lá foi retomada sem público e assim continua.

Foto: Sergio Moraes/Reuters
A volta da torcida aos estádios na cidade do Rio de Janeiro terá restrições, como o distanciamento de quatro metros quadrados por pessoa, venda de ingresso online e liberação de apenas um terço da capacidade dos estádios. Conforme a publicação, o planejamento é sujeito a alterações. Se o cronograma for mantido, a final da Taça Rio, segundo turno do torneio estadual, prevista para depois do dia 10, poderá ter presença de torcedores.

A decisão consta na página 4 do D.O. especial da última sexta-feira (26). Segundo o texto, estão permitidos "Centros de treinamentos esportivos abertos para treino, sem público, sendo vedado uso de sauna, piscina e banheira de hidromassagem. Competições esportivas com capacidade simultânea máxima de um terço, sem ultrapassar a regra de quatro metros quadrados por pessoa. Venda de ingressos somente online ou caixas de auto atendimento. Atividades de lazer e esporte em piscinas, vedado o compartilhamento de objetos. Clubes, associações, hipódromos, quadras de aluguel e congêneres abertos, vedado esportes de contato".

A autorização é prevista na fase 3B de flexibilização do isolamento social na cidade. Já a fase 5, começando em 1º de agosto, autorizará a utilização de dois terços da capacidade de público do estádio, mas, também com distanciamento entre torcedores e vendas online.

[As danações de Carina] Todos os nossos problemas devem ser encarados sempre como soluções, ainda que elas venham a longo prazo

Carina Bratt

Meu pai (que Deus o tenha), costumava dizer que não adiantava a gente ligar para os problemas, porque eles não usavam e tampouco atendiam as chamadas recebidas. Hoje, apesar e com todos os mecanismos que a evolução da modernidade nos oferece, de bandeja, a frase de meu genitor continua atualizadíssima e sem alterações.

De fato, como vamos ligar para as nossas dificuldades mais prementes (sejam elas das menores às mais cabeludas), se elas não se adaptaram aos aprimoramentos do século em que vivemos? Haja vista, que eles, os problemas, não têm telefone. Por dilatação, não os atende. Pouco lhes importam as nossas questiúnculas.

Eles continuarão não dando a menor importância. Só aperrearemos a nossa cabeça, estragaremos o dia, mancharemos de negro nossos melhores momentos, além de perturbarmos o nosso sossego. Devemos pensar como o escritor inglês Ashleigh Brilliant. Em seu livro The Great car craze, ele deixou cristalinalizado que não possui, nem de longe, a solução plausível seja lá para o que for, “mas certamente admira o problema como ele se apresenta”.

A magia, ou a solução, está exatamente aí. Não devemos deixar os obstáculos de lado. Carecemos encará-los de frente, de peito aberto, e o mais importante: nos apetecermos deles por existirem. A presença destes incômodos, ainda que nefastos, em nosso cotidiano, nos faz, de certa forma mais felizes. Seríamos completamente realizados sem problemas? Talvez sim, talvez não.

Se nosso hoje fosse maravilhoso, a vida seria banal, sem sentido, oca. Não lutaríamos é bem verdade. Porém, minhas amigas leitoras, percebam a visão. Se corrermos atrás, ou melhor, se dispararmos na frente, em busca de soluções, e contemplá-las com carinho, afinco, persistência, perseverança e força de vontade, tudo... Restará resolvido.

A trilha a ser seguida por todas nós é fácil e segura. Os problemas existem. Ponto pacífico! Jamais deixarão de nos perturbar o dormente da placidez, o sereno da negligência, ou o omisso delirante da nossa indolência. Se não somos parte da solução, parodiando o ativista americano Eldridge Cleaver, então “obviamente seremos parte integrante do problema”.

Que isto fique bem entendido: só parte.  Se negligenciarmos nunca desfrutaremos dos benfazejos das benignidades da vida plena. Nossa meta deve ser a seguinte: termos em mente, que os problemas são sozinhos. Eles não constituem famílias. Não obedecem a horas, tempo ou dia. Não se escandalizam com as nossas tristezas, menos ainda com as nossas alegrias e felicidades.

Aprendemos com o tempo

Nelson Teixeira

Com o tempo aprendemos…

A ver a vida sem ilusão, a não dar tanta importância aos assuntos passageiros, a sentir a força que há no caminho que nos leva aos nossos sonhos e a semear amor sem nada esperar em troca.

Com o tempo aprendemos…

A ter mais paciência e tolerância em tudo e todos que estão de uma forma ou de outra envolvidos conosco.

Com o tempo aprendemos…

A saber que nada acontece por acaso, ou seja, que tudo tem uma razão de ser.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 28-6-2020

sábado, 27 de junho de 2020

Você prefere a pizza quente ou no dia seguinte?


[Sem rodeios] A realidade após pandemia

Vanderlei dos Santos Rocha

Pois,
Há uma realidade após a PANDEMIA...
Ricos ficarão mais ricos, a classe média mais pobre e pobres morrerão de fome e nas filas do SUS.

Muitos achar-me-ão pessimista.

Porém, centenas de milhares de pessoas compraram com sacrifício seus carros e apartamentos com as condições solidárias anteriores e não poderão saldar seus débitos. Outros que viviam de aluguel serão despejados, e os pobres que alugam peças vão ser condenados a morar em malocas em terrenos invadidos.

Os funcionários públicos de alto padrão vão comprar tudo por um terço do preço em leilões, ou de gente que vende para matar a fome e manter o padrão.

Quem de vocês pode dar uma solução para o governo falido?

Os corruptos usarão nossos impostos para locupletarem seus bens que ficarão mais vastos.

Quem de vocês acha que o extinto COAF vai investigar?

Quem de vocês acha que o imposto de renda vai investigar?

A classe política e jurídica defeca e anda para o nosso porvir.

O governo poderia cancelar todas as dívidas? Pode.
Dos estados, municípios e grandes empresários podem ser atendidos pelo governo federal.
O povo não pode receber esses auxílios.
Que tal a suspensão de todos os juros durante período igual ou superior ao tempo da pandemia?
Será que bancos, empresas de créditos e cartões deixariam?

Um novo plano econômico deveria ser feito. Acho que um novo acordo com FMI vem por aí.

INSS: há 30 anos na vida dos brasileiros

Órgão completa três décadas de atuação com foco na excelência na prestação de serviços previdenciários e assistenciais


A virada da década de 1980 para a de 1990 foi marcante em muitos aspectos para os brasileiros. Desde a elaboração da nova Constituição Federal (1988) e ganharia também novo presidente da república que, por sua vez, criaria, por meio do Decreto n° 99.350, em 27 de junho de 1990, uma gigante autarquia federal tão importante para a vida de milhares de pessoas em todo o país. Nascia o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O INSS foi criado a partir da fusão do Instituto de Administração Financeira da Previdência e Assistência Social (IAPAS) com o Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), como autarquia vinculada ao Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS), atual Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia.

Cabe ao INSS a operacionalização do reconhecimento dos direitos dos segurados do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) que, segundo a Constituição Brasileira, tem caráter contributivo e de filiação obrigatória.

O INSS caracteriza-se, portanto, como uma organização pública prestadora de serviços previdenciários e assistenciais para a sociedade brasileira e pode ser visto como a maior seguradora da América Latina e uma das maiores do mundo.

Quando o trabalhador contribui para a Previdência Social passa a ter direito tanto à aposentadoria, quanto a uma série de outros benefícios que visam a assegurar o bem-estar dos trabalhadores e de suas famílias, nas horas em que mais precisam, como auxílio-doença, salário-maternidade e pensão por morte.

Transformação digital

O ano de 2020, em que o INSS completa três décadas de intensa e importante atuação, é exatamente o momento de consolidar a maior mudança cultural e de gestão implementada pelo governo federal ao longo de 2019. No ano passado, o INSS fez a tão esperada virada de chave, deixando de ser analógico para ser completamente digital. E o INSS passou a oferecer todos os seus serviços através de canais remotos: o Meu INSS (site e aplicativo para celular) e o telefone 135.

Vídeo: Técnico português José Morais relembra proposta do Vasco

José Morais fala sobre chance de ser treinador no Brasil e cita proposta do Vasco #PrimeiroTempo

O técnico do Jeonbuk Hyundai, atual campeão da K-League, a primeira divisão do Campeonato Coreano, falou sobre a carreira, escola portuguesa, lições com José Mourinho e elogiou os compatriotas Jorge Jesus e Jesualdo Ferreira. Confira!


Fonte: Canal BandSports
Via SuperVasco, 27-6-2020, 16h48

Governo anuncia parceria para produzir vacina contra covid-19

Acordo com o Reino Unido prevê fabricação de 100 milhões de doses

Foto: Reuters
Jonas Valente

O Brasil fechou acordo para disponibilização no futuro de doses de uma vacina que está sendo testada para o tratamento da covid-19. O medicamento está sendo desenvolvido em uma iniciativa conjunta da Universidade de Oxford e de um laboratório no Reino Unido e já está sendo testado no país.

O acordo prevê a produção de 100 milhões de doses de vacina por meio da aquisição de insumos e transferência de tecnologia para produção no país. 

Caso seja comprovada a eficácia deste tratamento, dois lotes, de 15,2 milhões de unidades cada, serão disponibilizados em dezembro de 2020 e janeiro de 2021, totalizando cerca de 30 milhões de doses, ao custo de US$ 127 milhões. Os primeiros lotes serão destinados aos grupos de risco, como idosos e pessoas com comorbidades, além de profissionais de saúde e trabalhadores da segurança pública.

O Brasil poderá ainda contar com mais 70 milhões de doses, por cerca de US$ 160 milhões.

Em entrevista coletiva em Brasília, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, justificou a opção por assumir o risco da pesquisa, mesmo sem a comprovação da eficácia do medicamento. “O risco é necessário devido à urgência de busca de solução efetiva para as demandas de saúde pública. Consideramos um avanço para a tecnologia nacional e uma amostra do esforço do governo de encontrar soluções para a população brasileira."

O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo de Medeiros, destacou a situação promissora deste tratamento. “A vacina já está na fase 3, em fase clínica. O Brasil é representante do conjunto de nações que estão testando a vacina. A gente tem uma oportunidade de produzirmos e avançarmos com a oferta desta parceria e encomenda tecnológica. É óbvio que toda e qualquer entrega à população será feita com respeito aos critérios farmacológicos e clínicos e da segurança à população”, declarou.

Comércio de rua e salões de beleza no Rio reabrem neste sábado

Lojas poderão funcionar das 11h às 17h

Douglas Corrêa

A reabertura do comércio de rua no Rio, incluindo salões de cabeleireiros e barbeiros, foi antecipada pela prefeitura para hoje (27). Os estabelecimentos estão autorizados a funcionar das 11h às 17h, para não se chocar com os horários dos shoppings, que abrem das 12h às 20h. O objetivo, segundo o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, é evitar lotação no sistema de transportes.


Os setores do comércio de rua e serviços chegaram ao limite com o fechamento das lojas de rua, desde o início da pandemia, segundo pesquisa da Federação do Comércio do Rio (Fecomércio). A crise foi mais forte nesse setor da economia e 40% dos negócios, que empregam de 1 a 9 funcionários, serão fechados em definitivo.

De acordo com o Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ), 33,1% dos empresários do setor de comércio e serviços (dentro do conjunto de empresários que tem empregados) tinham demitido algum funcionário, chegando a aproximadamente 182 mil desempregados, até o dia 10 de maio.

O presidente da Federação do Comércio do Rio (Fecomércio RJ), Antonio Florencio de Queiroz Junior, disse que o comércio de rua representa a maior parte do comércio formal na capital carioca, gera milhares de empregos, renda e contribui de forma substancial na arrecadação de impostos para os cofres municipais.

Shoppings do Rio disponibilizam drive-thru para teste de Covid-19

BarraShopping ganha sistema drive-thru de testagem para Covid-19


Raphael Fernandes

O BarraShopping, localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro, ganhou um sistema drive-thru para exame de anticorpos para a Covid-19. Validados pela Anvisa, os testes custarão R$ 230 para uma pessoa e R$ 200 caso haja duas ou mais. Eles serão comandados pela plataforma laboratorial Veus e serão realizados no estacionamento do empreendimento. Devido à eficácia da tecnologia, o paciente poderá receber o resultado pelo celular em até 15 minutos.

A dinâmica é simples: o cliente entra com o carro pelo Acesso 5 do estacionamento, no Nível Lagoa, pela Avenida Luís Carlos Prestes (fundos do shopping), e estaciona seu veículo no espaço sinalizado pelo Veus Drive-Thru.

Um profissional de saúde do laboratório de análises clínicas integrado se desloca até o veículo para realizar o atendimento. Neste momento, são tiradas todas as dúvidas sobre o procedimento e, em seguida, é realizada a coleta de uma gota de sangue do dedo do paciente, sem que este precise sair do carro.

A interpretação da análise é feita em poucos minutos, e o resultado fica disponível na internet, pelo aplicativo da Veus. O link para acessar o laudo é enviado por SMS e/ou e-mail para os clientes.

O exame por drive-thru no BarraShopping está disponível todos os dias, no horário de funcionamento do empreendimento, isto é, das 12h às 20h.

[Aparecido rasga o verbo] Eram insetos os gafanhotos?

Aparecido Raimundo de Souza

DE REPENTE, UMA INESPERADA DESILUSÃO  chegou de mansinho e atrapalhou nossos planos mais tenebrosos e satânicos, perdão, mais endiabrados e mefistofélicos. Foi, senhoras e senhores, como se um filho da puta sem pai nem mãe, tivesse jogado um balde de água fria, com pedrinhas de gelo em nossa euforia excitadamente jubilosa.

Estávamos crentes, é bem verdade, e dando como certa e definitiva, que a nuvem de gafanhotos que se aproximava da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, vinda da Argentina, não mudasse de rumo. Ou melhor, que mudasse sim, todavia, que viesse com toda força meteórica para o Brazzzil e, que uma vez aqui, tomasse o rumo do Grande Avião Pousado, ou seja,  da Capital do “capital” do mundo, a linda e esfuziante Brazzzilia.

Temos plena certeza que esses gafanhotos iriam se dar bem com os insetos que por lá abundam faz tempo, notadamente com os irmãos e primos obnóxios que vivem e se propagam como varejeiras de merdas mal cheirosas cagadas nas latrinas dos pardieiros da Câmara, do Senado, do STF (esse principalmente), entre outros puteiros que  não é de hoje, fazem, ou melhor, continuam transformando numa tresloucada babel-bordel desenfreada, a sonhada cidade idealizada pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurada pelo então presidente Juscelino Kubitschek.

Apesar de terem se passado seis décadas, desde (21 de abril de 1960), Brazzzilia é, desde que foi fundada (ou afundada, melhor nos expressando), apesar de se transformar na terceira capital deste rincãozinho  sem eira nem beira, de galgar o troféu do país das maracutáias, a medalha de ouro das infindáveis cachorradas, o bronze das trocentas  mumunhas e dos mil acertos por debaixo dos panos e tapetes palacianos, apesar de toda essa bosta jogada no ventilador, ainda é um bom lugar para se roubar, perdão, para se morar. 

Brazzzília, senhoras e senhores é hoje o único lugar no planeta Terra onde mais se cultiva, ou onde mais se perpetua essas pragas conhecidas como os ortópteros cafajestes, descendentes da imunda família dos Celífaros pilantras e, de roldão, da linhagem dos ladrões e cachaceiros da consanguinidade dos Acridideanos.

Brazzzilia, enfim, apesar de nossos protestos mais veementes, se abriu como mala velha num vastíssimo e tenebroso mar de lama, passando a ser, desde então, o chiqueiro pobre e podre do mundo.  Hoje, sem dúvida alguma, o Berço das Grandes Decisões  Nacionais (decisões ou indecisões??!!) é, sem tirar nem pôr,  um avultado porqueiro.

Esperança

Nelson Teixeira

Se o dia não chegar como você esperava ou se o Sol estiver encoberto, procure pelo brilho da Esperança, escondido atrás das nuvens…

E sem deixar de sorrir para a Vida, vivencie por inteiro todos os pequenos e bons momentos, que a você foram reservados pela Bondade Divina…

A vida não é, nem será um mar de rosas…

Cabe a cada um de nós fazer do seu mundo, um mundo melhor…

Nada de negativismo, nem pessimismo devem fazer parte do nosso cotidiano.

Transforme a tristeza em alegria e você se sentirá ainda muito melhor.

Empurre a tristeza para o lado e seja alegre e feliz sempre.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 27-6-2020

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Governo aciona comporta do Eixo Norte da Integração do São Francisco

“É uma novela enorme que está chegando ao fim”, diz Bolsonaro 

Andreia Verdélio

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (26) que o Projeto de Integração do Rio São Francisco é uma “novela enorme que está chegando ao fim”. Bolsonaro participou, nesta sexta-feira, em Penaforte, no Ceará, da cerimônia de acionamento da comporta que será responsável pela chegada das águas do Eixo Norte do projeto ao estado do Ceará.
 
Foto: DR
As primeiras obras, para o deslocamento de parte das águas do São Francisco, foram iniciadas em 2007 pelo Exército. A previsão original do governo da época era inaugurar até 2010 todos os canais, reservatório e estações de bombeamento. A expectativa do governo atual é que o projeto esteja concluído no próximo ano.

“Foi uma recomendação desde o início do governo que não deixaríamos nenhuma obra parada. Faz parte do nosso compromisso e ficamos muito felizes em trazer água para quem precisa”, disse o presidente em entrevista à TV Brasil, ao final do evento. “[O projeto vai beneficiar a] agricultura, irrigar terras, levar água para casa do cidadão nordestino que sempre teve carência disso. É uma novela enorme que está chegando ao fim”, completou.


Com a ação de hoje, a água que já abastece o Reservatório Milagres, em Pernambuco, passará pelo Túnel Milagres, na fronteira dos dois estados, começará a encher o Reservatório Jati, no Ceará, e seguirá, por fim, até a Paraíba e o Rio Grande do Norte.

O milagre belga

Helena Matos

A Bélgica atingiu os 840 mortos por Covid por milhão de residentes. Não há uma notícia sobre estes números. Não se sabe o que diz o governo da Bélgica. Ninguém pergunta, ninguém quer saber.

O mundo, mediaticamente falando, está dividido entre os excêntricos loucos dos suecos (518 mortos por milhão), os vilões do Brasil (259 mortos por milhão) e dos EUA (383 mortos por milhão) e os bons, ou seja, aqueles que, aconteça o que acontecer, são mediaticamente poupados, como é manifestamente o caso belga.
Título e Texto: Helena Matos, Blasfémias, 26-6-2020

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Fiocruz: antiviral para hepatite tem bom resultado contra a covid-19

O resultado foi obtido com testes in vitro

Foto: Erasmo Salomão/MS

 Akemi Nitahara

Um estudo liderado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com medicamentos usados para tratar hepatite C mostrou eficácia contra o novo coronavírus, que causa a covid-19. 

A doença já infectou mais de 9,6 milhões de pessoas no mundo e matou quase 490 mil, segundo o painel global da universidade Johns Hopkins. No Brasil, os dados de ontem (25) do Ministério da Saúde contabilizam 1.228.114 casos e 54.971 óbitos.

Em experimentos in vitro com três linhagens de células, incluindo células pulmonares humanas, o antiviral daclastavir impediu a produção de partículas virais do novo coronavírus que causam a infecção. O medicamento foi de 1,1 a 4 vezes mais eficiente do que outros remédios que estão sendo usados nos estudos clínicos da covid-19, como a cloroquina, a combinação de lopinavir e ritonavir e a ribavirina, este último também usado no tratamento de hepatite.

O daclastavir superou também a eficiência do atazanavir, um antirretroviral utilizado no tratamento de HIV que foi testado anteriormente pelos cientistas da Fiocruz.

“As análises apontaram que o fármaco [daclastavir] interrompeu a síntese do material genético viral, o que levou ao bloqueio da replicação do vírus. Em células de defesa infectadas, o fármaco também reduziu a produção de substâncias inflamatórias, que estão associadas a quadros de hiperinflamação observados em casos graves de covid-19”, diz a Fiocruz.

Os testes mostraram que o sofosbuvir, outro remédio para hepatite, foi menos eficiente do que o daclastavir. Ele também inibiu a replicação viral em linhagens de células humanas pulmonares e hepáticas, mas não apresentou efeito em células Vero, derivadas de rim de macaco e muito utilizadas em estudos de virologia.

Alcolumbre ouve apelo de senadores e adia votação da PL das Fake News

Texto será único item da pauta da próxima terça-feira
  
Marcelo Brandão

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, remarcou a votação do chamado Projeto de Lei (PL) das Fake News para a próxima terça-feira (30). Será o item único da sessão, que terá início às 16h. 

O projeto institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, que pretende criar mecanismos para garantir mais transparência nas redes sociais. 

Previsto para ser votado na sessão de hoje (25), sua votação foi adiada para a próxima semana após Alcolumbre ouvir o pedido de vários senadores nesse sentido.

“Eu quero, com a consciência de fazer o que é certo na busca da conciliação, recepcionar os apelos de todos os líderes e senadores”, disse Alcolumbre, e concluiu “por isso, eu decido agora encerrar a discussão da matéria e determino à Secretaria-Geral da Mesa que paute como único item da próxima sessão de terça-feira esta matéria, na construção da conciliação e de um texto que possa proteger a vida e a dignidade dos brasileiros”.

Pouco tempo para conhecimento do relatório
O projeto estava marcado para ser votado hoje (25) e o relatório de Ângelo Coronel (PSD-BA) foi disponibilizado pouco depois das 16h. Mas as 78 páginas do parecer e os 42 artigos da nova lei eram muitos para pouco tempo entre a leitura e a votação da matéria. Vários requerimentos de adiamento de votação foram apresentados à Mesa do Senado. Alcolumbre rejeitou todos, mostrando sua intenção de votar o PL ainda hoje. Em vez de acatar os requerimentos, ele decidiu abrir mais espaço para debates antes da votação. Nesse momento, Alcolumbre ainda se mostrava decidido a votar o PL na sessão.

Plenário dividido
Quando os senadores começaram a falar, ficou claro que o plenário estava dividido. Líderes como Major Olímpio (PSL-SP), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Eduardo Braga (MDB-AM) usaram o tempo para continuar defendendo o adiamento da votação. Já Simone Tebet (MDB-MS), Humberto Costa (PT-PE) e Weverton Rocha (PDT-MA) entendiam que o tema já estava maduro para apreciação do plenário, uma vez que as discussões a respeito do projeto já ocorriam desde o início do mês. No total, vinte senadores falaram.

Se o Estado de São Paulo fosse um país, seria o 8º do mundo em casos de covid-19

Estado tem atualmente mais de 248 mil infecções confirmadas, número maior do que países como Espanha, Itália Irã e França

Foto: Artur Bragança/Agência F8/Folhapress

Fernando Mellis

Com 248.587 casos de covid-19 confirmados até esta quinta-feira (25), se o estado de São Paulo fosse um país, estaria à frente de países como França, Irã, Itália e Espanha na lista de número de infectados, ocupando a oitava posição.

SP tem 45,9 milhões de habitantes, praticamente a mesma população da Espanha (46,7 milhões), um dos países europeus que enfrentou dificuldades no pico da pandemia, mas hoje já retorna a certo nível de normalidade.

Os dez países com maior número de casos de covid-19 confirmados, segundo a Universidade Johns Hopkins são: Estados Unidos (2,38 milhões), Brasil (1,18 milhão), Rússia (613 mil), Índia (473 mil), Reino Unido (308 mil), Peru (264 mil), Chile (254 mil), Espanha (247 mil), Itália (239 mil) e Irã (215 mil).

Em São Paulo, a taxa de incidência da covid-19 é de 5.413 casos por milhão de habitantes, superior à registrada na Itália (3.965), no Irã (2.562) e na França (2.472), mas inferior à Espanha (6.292).

"A diferença é muito grande nesta taxa de incidência de casos quando comparado o interior com a capital. Isto nos leva a acreditar e projetar o aumento significativo que nós teremos no interior do estado, porque a tendência é que essa diferença na incidência deva reduzir", afirmou hoje o coordenador-executivo do Centro de Contingência do Coronavírus no estado, João Gabbardo.

A projeção do governo é de que o número de casos confirmados chegue a 290 mil até o fim deste mês.

No entanto, os integrantes do Centro de Contingência ressaltam que uma fração desses indicadores se refere a testes rápidos (sorológicos), que identificam quem já teve contato com o vírus, mas não está mais doente. Os testes RT-PCR, que diagnosticam a fase aguda da doença ainda são maioria neste montante.
Título e Texto: Fernando Mellis, R7, 25-6-2020, 14h21

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Motivação

Nelson Teixeira

Que a gente tenha: astral bonito, prece nos lábios, saudade mansinha, fé no futuro, delicadeza nos gestos, conversa que cura, cotidiano enfeitado, firmeza nos passos e sonhos que salvam.

Nós e as demais pessoas estamos, na verdade, precisando de palavras e gestos motivacionais, para poder encarar e vencer os desafios da vida.

Se você não tiver nenhuma palavra motivadora, seu silêncio será o melhor argumento para a situação existente.

A alegria cura todos os males, inclusive os males da alma.

Seja alegre e tudo ao seu redor, será muito melhor.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 26-06-2020