sábado, 3 de abril de 2021

[Foco no fosso] SUBJUGAÇÃO – parte 2 – classes subalternas

Haroldo Barboza 

Para tornar operacional e lucrativo o projeto de moldagem das sociedades humanas, as FFOO (Dominantes) levaram centenas de anos. Antes do século 20, o trabalho foi moroso pois os canais de comunicação e o armazenamento de informações não possuíam a velocidade e a segurança desejadas. 

De qualquer forma, as classes “subalternas” estavam delineadas claramente no diagrama universal (impublicável). Por falta de registros comprobatórios, tateamos como arqueólogos diante da missão de compor a história da humanidade. Pelas observações cíclicas, acreditamos que não estamos longe da realidade. Abaixo dos detentores das riquezas, seguem-se as “classes” (em números atuais) montadas (e equilibradas) com poucos “acidentes de percurso”.

Dominadores – parcela constituída por 200.000 a 300.000 elementos vaidosos. São os que se tornam grandes personalidades públicas em seus países, exercendo funções de: Presidente, Vice, Ministros, Senadores, líderes espirituais e até mesmo Ditadores, se assim for conveniente aos Dominantes.

Definidos - são os milhares de elementos que ocupam os escalões de governo, gerentes de empresas de grande porte, fazendas médias, algumas indústrias, postos de comandos militares e entidades do gênero. Ficam encarregados de conviver no meio da plebe, sempre atentos a qualquer situação que possa incomodar às classes superiores.

Dominados – parcela formada por 88% da população, a verdadeira força de trabalho, pressionada pela miséria a se tornar sofredora mais cedo em troca de migalhas. Foram bem doutrinados e se contentam em trabalhar por baixos salários, desde que tenham à sua disposição, engodos batizados de “benefícios”.

Desesperados – turma composta pelo que sobrou. São os que exercem as atividades de pior remuneração, ficam desempregados por enormes períodos, tornam-se mendigos, ratos de praia, punguistas, estelionatários, infectados nos lixões, gigolôs e assemelhados. São mantidos vivos em estado deplorável para servirem de exemplo aos de classes superiores, como uma espécie de “aviso” para algum mal comportamento potencial e para serem usados em “campanhas de solidariedade” que distraiam “indignados” em momentos de turbulência por algum escândalo vazado.

 Desalmados – elementos desajustados, normalmente oriundos da classe de desesperados (mas existem alguns poucos das demais). Vivem para fazer o mal por prazer. Regularmente, as três primeiras classes se aproveitam desta anomalia e “contratam” seus serviços para afastar desafetos de seus caminhos através de sabotagens, atentados e terrorismo.  

A seguir: SUBJUGAÇÃO – parte 3 – loteamento das “nações”

Título e Texto: Haroldo Barboza, 2-4-2021

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SUBJUGAÇÃO - parte 1 - mentores 
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